Dicas de Pucón



Abaixo as dicas de quem já foi e tem muito a ensinar:


HALFPIPES NATURAIS

Montanha é um Paraíso para Snowboarders!! Devido as erupções do vulcão, formaram-se "halfpipes" naturais por toda a montanha!! A lateral direita da montanha é muito boa!!



TERMAS LOS POZONES

São termas em piscinas naturais. Programa para a noite. Agende com uma van e vá para lá após um dia de ski/snowboard. Antes passe num supermercado em compre um bom vinho "nacional". Ao lado das piscinas naturais corre o rio Trancura. Quem é macho mesmo entra no rio por 10 segundos!!! Depois pode voltar para as piscinas.



CAVALGADA NA NEVE

Passeio muito legal para se fazer no inverno e verão. Eu fui no inverno, é bem diferente andar a cavalo na neve... Paisagem linda! Depois da cavalgada um bom chocolate quente ao redor da lareira da fazenda. Sensacional!



LAS CUEVAS

Um passeio bem legal é las cuevas del vulcón villarrica. Como o próprio nome diz, é um passeio pelas cavernas do vulcão que foram feitas após as erupções. Dentro delas fica um museu contando toda a história do vulcão e de vulcões em geral. Pucon também é cultura!



RAFTING

Estive lá no inverno, e consegui agendar o nosso rafting no dia mais frio da semana... Chuveu até granizo!! Foi muito divertido e muito frio... Acho que no verão é um passeio bem mais agradável. Mas para quem quer adrenalina, vai nessa MESMO, diversão garantida. No final fomos obrigados a beber um Pisco no refúgio, valeu a pena...



WINDSURF NA COCA-COLA

Alugue uma prancha e uma roupa pressurizada, e vai dar uma banda no lago.
É negro (eu disse preto, de verdade) em função do vulcão Villarica, e a sensação é incrível, valia patrocínio da Coca-Cola .



SKIS RECOMENDADOS

As novas tecnologias fazem ser cada vez mais fácil, seguro e prazeiroso esuiar na neve.
Minha recomendação: Rossignol B2, brancos, super-carving, 5 cm A MENOS que a altura do vivente.
Soberbos na pista, no fora-de-pista, no extreme. Suaves o tempo todo, e duros quando preciso - um baita ski, meu!!



INFORMAÇÕES

Compre um mapa da região (Entel, nº 7) assim que chegar no vilarejo. É vendido nas lojas La Tetera e Travelsur e custa aproximadamente U$7,00. Será muito útil. O verão é ideal para aproveitar todas as atividades de aventura. Se você gosta de tomar sol e praticar windsurf (há também aulas para iniciantes), esta é a melhor época para as atividades no lago Villarrica.



LIGAÇÕES PARA O BRASIL

Ligações para o Brasil: para realizar chamadas a cobrar, utilize os códigos do Chile: 800360220 da Entel, ou 800800272 da Telefônica, depois escolha o idioma no qual deseja ser atendido e por último escolha uma das opções de ligação:
1- Ligações automáticas;
2- Ligações com cartão telefônico;
3- Ligações com auxílio de operador.



IMPORTANTE

Fuso horário: Pucon está 1 hora a menos em relação a Brasília. Mas no nosso horário de verão, o Chile está duas horas a menos que o Brasil.



BLOG COM HISTORIAS DE PUCON

Confira o que foi publicado no dia 31 de janeiro de 2007 no blog EU TAVA AQUI PASSANDO E BLA BLA BLA sobre a cidade de Pucon, no Chile.


Visitei com Cris a cidade chilena de Pucon. Um dos lugares mais sublimes que já conheci.
Tem um vulcão ativo do lado. Colado com a cidade.
Queríamos ir até o vulcão. Existe uma trilha pra isso que dura cerca de 10 horas. Na neve. Subindo.
Um amigo meu, Francisco, já fez essa trilha e me recomendou muito pra que eu também fizesse. Porém, nos três dias que permanecemos na cidade o tempo não deixou. Principalmente na área do vulcão que nevava sem parar. Vulcão Villarica.
Germano, o dono do albergue que nos hospedamos seria o nosso guia.
-Se a noite toda o tempo permanecer bom, quatro e meia da madrugada eu acordo vocês- dizia ele de forma bem tranqüila toda a noite antes de irmos dormir.
Eu realmente ficava na duvida se valeria a pena acordar 4:30 num frio de 5 graus e no primeiro dia até agradeci pela noite chuvosa.
Na nossa ultima noite ficamos conversando com Germano sobre Pucon e o fato de morar com um vulcão ativo fuçando na nuca.
Ele nos contou a história da cidade, do Chile, da guerra com a Argentina, dos índios Mapuches e que em Pucon todas as crianças estão na escola e todos os adultos estão empregados.
-E o vulcão?
-Esse vulcão tem muita história. Uma vez teve um encontro de “vulcanológos” aqui pra ver o vulcão em ação, mas o vulcão ficou parado. Dormindo. Eles acamparam lá, uns voltavam e depois subiam de novo, revezavam... Foi quase um mês nisso e nada do vulcão acordar. No dia que eles foram embora da cidade, ele acordou.
Outra vez todos os que estavam perto do vulcão morreram pelos gases expelidos. – finalizou ele.
- E se a gente subir, pode acontecer algo?
-Existe um programa de segurança que se for rigidamente feito, existe chance de acontecer algo, mas passa a ser muito difícil. – disse ele de forma segura.

Perguntei se tinha um período, um ciclo em que o vulcão “explodia”.
-A história mostra que existe uma média entre 12 e 15 anos.
-E tem quanto tempo a ultima grande explosão?- Cris perguntou.
-14 anos.
Ficou um breve silencio na cozinha, quebrado por mim:
-Mas hoje em dia se houver algum risco, os moradores de Pucon sabem com antecedência, né?
Germano explicou que não. Inclusive, que uma vez todo o Chile tava sabendo que algo poderia acontecer, menos eles.
-Porque isso?
Ele fez cara de “e eu lá sei” e continuou dizendo algo que foi o responsável pela minha noite mal dormida, que, naquele exato dia, por exemplo, se o Villarica acordasse. Que todos em Pucon estariam mortos em 3 minutos.
-Hein?
Na hora não entendi como a lava iria chegar tão rapidamente.
-Não é a lava e sim o oposto, a neve. Se o Villarica explodir, com a neve que está em cima dele, em 3 minutos estaremos soterrados. Acontecerá uma imensa avalanche.
Fiquei na cama imaginando rotas de fugas caso ouvisse algum barulho.
“3 minutos... Arrasto Cris, pego a chave da camionete dele que fica pendurada na parede da sala e me pico”.
Em alguns roteiros eu salvava Germano e sua família.
No dia seguinte tudo estava lindo. A vida na cidade continuava calma apesar do clima da noite impedir nossa ultima tentativa de subida. Talvez a vida fique mais tranqüila ao aceitarmos que morreremos.


ricardocury.blogspot.com



FAMOSOS EM PUCON

Vários famosos já foram a Pucon...
Como exemplos Leonardo DiCaprio e Gisele Bündchen, que quando estavam juntos escolheram Pucon pra fugir do assédio dos paparazzi.

Outro que também passou por Pucon foi o cantor Lobão, que disse o seguinte sobre o centro de esqui:

'Fui fazer um videoclipe no Chile e, de repente, dei de cara com uma estação de esqui na encosta de um vulcão, que eu nem suspeitava que existisse. Era Pucon. Adorei o lugar e também o hotel em que fiquei, às margens de um lago'


viajeaqui.abril.com.br



DICAS DE QUEM JA FOI...

Flavinha Nobre (Rio de Janeiro): Pucon é o local mais lindo que eu fui na minha vida, é uma paisagem que não se vê no Brasil. São lagos que refletem o sol, árvores e morros, muitos bichos e o vulcão que aparece onde quer que vá.

O pessoal é super gente boa, tratam os turistas muito bem! Lá, você se sente em casa, até porque o comércio local todo é assim: A Lojinha na frente e a casa do dono nos fundos.

Não é caro para comer, mas tudo lá é ’bife com batata frita’! O melhor restaurante que eu fui chama-se Buona Testa que fica perto da pracinha do Gran Hotel.

De passeios, o que é legal de fazer é a subida no Vulcão, mas infelizmente, nem sempre dá para fazer pois depende do tempo e dos ventos ’lá em cima’. Fui disposta a subir no vulcão, mas não deu e meu ’prêmio de consolação’ foi esquiar. Sempre tem alguma coisa para fazer, caso não dê para subir o vulcão! Inclusive ficar na cidadezinha sem fazer nada (sugiro ir para o lago e ficar lá só apreciando a natureza)

Dizem que a pista é a melhor da América Latina para o Snow Board. Eu nunca fiz, só brinquei um pouco lá e não sei avaliar. Mas quando eu fui estavam treinando lá as equipes do Chile, da Itália e da França, logo, imagino que ruim não deve ser.

Adorei minha viagem e pretendo voltar lá, de preferência no verão, pois lá funciona também como balneário!

Vale a pena ir! Paulo Varela (Brasil): local lindo com hotel cassino muito confortável e um lugar onde antes de conhecer não esperava tão acolhedor, portanto hoje indico a todos para visitar e um, dia devo voltar..........


www.snowadventures.com.br



TRAVELBLOG - PUCÓN

Veja este depoimento do TravelBlog sobre Pucon, no Chile:


Pucon e o vulcão

South America » Chile » Pucon » Volcan Villarrica
February 6th 2008 by Mayra Rafael Rodrigo e Xuxa

Bom, sento eu na frente do computador com a difícil tarefa de escrever sobre Pucon. Tenho tempo, vamos embora da cidade hoje, nosso ônibus sai às 20:30 para Santiago. Já deixamos o camping e estamos esperando na cidade. Até configurei o teclado para português para conseguir colocar todos os acentos. Espero que a mudança gramatical recém-ocorrida (aconteceu mesmo?) não faça com que o meu português esteja errado.

O que dizer sobre Pucon? Poderia dizer que é uma espécie de Campos do Jordão na Patagônia chilena. Quais as diferenças? Neve muito perto, vulcão, raftings e outras coisas, uma paisagem infinitamente mais bonita e também mais barato que Campos. Mais quais são as semelhanças? Há muito luxo, a arquitetura e os bares espelhados pelas ruas lembra bastante a cidade brasileira, os carros chiques, a cidade pequena, o clima (embora faça bastante calor já que estamos no verão).

Ao olhar o movimento na rua imaginei que muitas pessoas que aqui estão não sobrem o vulcão, De fato, não é uma subida fácil, a cidade tem mais atrativos, muitas pessoas do Chile parecem passar férias aqui, já muitos bares, restaurantes, outras aventuras, caminhadas, e até um lago perto onde as pessoas vão se banhar, como uma espécie de praia mesmo. Ao subir o vulcão, apesar de ter bastante gente subindo, confirmamos que é pouco comparado ao número de pessoas que estão em Pucon. Melhor assim.

Sobre a subida do vulcão, resolvemos fazê-la sem guias. Buscamos autorização na sede da Conaf e conseguimos. É necessário, todavia, que se tenha capacete, crampon e piolet para subir. Além destes equipamentos que são obrigatórios, é bom ter uma boa bota impermeável e polainas.

Sendo assim, alugamos o capacete, crampon e piolet, pagamos um Transfer que nos leva até o começo da subida, pagamos a entrada do parque (e gastamos uns 60 reais nisto tudo) e fomos para lá. A subida começa com um teleférico que sobe alguns metro e economiza uns 30-45 minutos de uma subida não muito agradável por rochas, ou melhor, por rochas muito arenosas, quiçá vulcânicas. Bom, não pagamos os 20 reais do teleférico e subimos caminhando. Depois começa-se alternar um trecho de rocha e trecho de neve e gelo por cerca de meia hora. Após isto segue-se uma duas horas caminhando por somente gelo. A trilha é bem marcada, muitos grupos sobem e não é difícil a subida. Não colocamos crampon em nenhum momento para subir, sequer calça impermeável, apenas uma polaina que poderia também ser dispensada nesta subida. O último trecho, de 50 metros, é somente por rocha, até a boca do vulcão.

Chegando ao topo, não conseguimos ver lava, mas podíamos escutar seu barulho, ver sua fumaça e sentir um cheiro horrível e tóxico da fumaça. Não se deve passar mais de uma hora no cume. Chegamos lá em tres horas e meia de caminhada, ao todo, demos uma volta inteira no cume (que é bem amplo), comemos um pouco e logo descemos. A sensação de chegar em um cume de uma montanha e ver um buraco no meio, sabendo que neste buraco tem lava, ouvindo o barulho da lava, é realmente impressionate. E tudo isto com neve ao lado. Existe neve inclusive no cume do vulcão.

Olho para a cara do Rodrigo, no cume, e nos perguntamos, como descer? Muitas pessoas estavam descendo de skibunda, em tobogãs naturais pelo gelo. Estávamos sem guia, sem experiência em caminhadas no gelo e com receio de rasgar nossas calças impermeáveis (muitas das calças alugadas são rasgadas, outras companhias de turismo colocam um reforço na calça para descer). Decidimos descer caminhando. E, por falar em caminhar, devo fazer um parênteses sobre caminhar no gelo. Esta foi a segunda vez que caminhamos no gelo (a primeira foi no vale do silêncio no Torres Del Paine). Mas esta vez foi de fato considerável. Caminhamos por bastante tempo, subimos uma montanha alta (sáo 2.800 metros, pouco mais, sendo que o desnível que vencemos é 1.400 metros), e descemos a montanha. A sensação é realmente maravilhosa, como já antecipei quando escrevi sobre o Torres. O pé afundando, o cuidado que tem que se ter a cada passo, as escorregadas, a subida sempre em S para não vencer um desnível muito grande, mas ir subindo aos poucos. O ápice do montanhismo, a mistura perfeita entre aquilo que o montanhista precisa ter: cuidado, paciência e experiência. Não, não temos experiência no gelo, por isso aumentamos o cuidado e a paciência. Aprendemos com o passo dos outros. Mas ainda temos que descer, a subida foi fácil.

Decidimos colocar os crampons e descer caminhando. Há três maneiras seguras de se descer, na minha opinião. A primeira é descer de skibunda, desde que se tenha uma segurança e uma explicação prévia de como parar a descida com o piolet. Deve-se ir freiando a descida no tobogã com o piolet, nunca se deve ficar com medo da velocidade e tentar parar no meio da descida (vimos algumas pessoas capotando por causa disto, outras simplesmente perdendo o piolet no meio da descida). Também não se deve apoiar toda a perna no chão, é necessário ir freiando também com os pés. Geralmente no final da descida não é necessário fazer a manobra pra parar (que é girar o corpo e cravar o pilet com a outra parte - uma parte freia, que é a parte que se usa pra apoiar no chão durante a caminhada, e a outra parte serve para cravar o piolet no gelo em caso de quedas), o corpo para sozinho quando se esta freiando bem com o final da inclinação do tobogã. Bom, mas tudo isto coletei de algumas observações e de conversas com os guias e com o pessoal do parque, não fiz a descida de skibunda. A segunda maneira segura é colocar o crampon e descer caminhando. A terceira maneira segura é descer escorregando de pé, sem crampons, por uma neve mais fofa, fora do trajeto principal da subida (para não bagunçar a trilha) e não tão inclinada. Este jeito exige, ao meu ver, mais técnica e confiança do que os outros dois.

Bom, como já antecipei, colocamos os crampons e descemos caminhado. Caminhar de crampon é fácil, em minutos já é possível ganhar bastante segurança. Eu ganhei segurança em segundos, e em minutos já estava uns 100 metros abaixo que o Ro. Comecei a seguir o passo de uns guias que estavam sem crampons, escorregando de pé. O crampon dificultava eu escorregar, mas consegui acompanhar os guias até o momento que eles foram fazer o skibunda. Depois segui sozinho. Ganhei bastante confiança e fui cortar um trecho da trilha bem marcada, já no final da descida principal, por uma diagonal mais curta, mas muito inclinada. Mesmo com os crampons, escorreguei e comecei a cair, mas logo cravei o piolet no gelo e consegui cessar a descida. Foi legal também cair e ver que é possível ter segurança com os piolets. Mas, em geral, o que aprendo é que não se deve descer por trechos muito ingrimes, a não ser que se descida de fato pelo skibunda.

Por fim, chegando ao final da descida, que depois deste trecho principal em gelo começa a alternar entre neve e rocha, e já estávamos sem crampons, é que nos demos conta de quão louco tinha sido tudo. Finalmente podíamos liberar a adrenalina e relaxar. Comemoramos a experiência de caminhar sobre o gelo por tanto tempo, a experiência de subir um vulcão, ver coisas maravilhosas, enfim, comemoramos a oportunidade de esta vivenciando toda esta viagem maravilhosa. Espero que as fotos possam dizer um pouco melhor tudo isto que tentei colocar em palavras.


por Xuxa


Fonte: TravelBlog



PISTAS DE PUCÓN

Informações sobre as pistas de Pucon, no Chile:


Pucon Pistas

7 de Maio, 2006, 12:28

Ski Pucon Chile tem 20 pistas de esqui em todos os níveis 20% para os principiantes (verdes), 30% para os intermediários (azuis), 30% para os experientes (vermelhas) e 20% para as feras (negras). Além disso, pela topografia vulcânica, existem numerosas áreas fora de pista.

Lá hà half pipes, naturais, consideradas as melhores pelos snowboarders, fazem da estação um paraíso para esta modalidade. Contam também com guias, big air e cercos de erosão.

Possui 9 meios de elevação com capacidade para transportar 6400 esquiadores por hora, e funciona de 9h a 17h.

Neve úmida congelada nas ladeiras, e úmida e compacta na base. Com um desnível de 960 metros e o ponto mais alto está a 2.400 metros sobre o nível do mar.


Fonte: Pucon.com



NEVE E MUITO VERDE EM PUCÓN

Pucon: neve e muito verde num só destino


Região chilena a 870 km de Santiago reúne opções tanto para quem gosta de neve como para os amantes do verde. A cidade tem ainda cassino e banhos termais

Férias de meio do ano, tempo de esquiar no Hemisfério Sul. Mas e se você não gosta de ficar na neve o tempo todo? Existe um lugar onde se pode combinar horas de gelo com muito verde. Pucon, a 870 quilômetros de Santiago (capital chilena), oferece atividades na natureza e também dispõe de um centro de esqui na montanha, além de cassino e termas para banho. "Pucon não é para quem é doente por esqui. É uma média entre quem gosta de neve e aquele que está de férias", afirma Germán Libcovker, diretor-geral do Gran Hotel Pucon Resort & Club. Para ele, como o centro de esqui fica a 20 minutos da cidade (18 km), turistas que não querem perder esse tempo de traslado evitam Pucon.

Entretanto, ressalta, ali encontra-se infra-estrutura completa para deslizar na neve. No total, são 20 pistas de diferentes graus de dificuldade. Sobre um vulcão, o local também é bem procurado para snowboard. Mais uma vantagem: Pucon é um lugar novo para os que já conhecem as famosas estações da América do Sul. "Se já sabe esquiar, a pessoa vai procurando outros destinos", diz Libcovker.

Essa região chilena é mais conhecida entre os argentinos. Eles respondiam por 60% da ocupação do Gran Hotel durante o inverno. Com a crise no país, o empreendimento perdeu 50% dos visitantes. De acordo com Libcovker, o hotel já recuperou uma fatia desse mercado.

De olho no mercado brasileiro, já responsável por 30% de seus hóspedes, o Gran Hotel se juntou a outros dois empreendimentos hoteleiros da cidade - Villarrica Park Lake Hotel e Hotel Del Lago Resort & Casino - para divulgar a região no Brasil. O centro de esqui local, Ski Pucon Volcán Villarrica, também participa da parceria. "Há muita confusão no Hemisfério Norte. O brasileiro não vai viajar para os Estados Unidos, por exemplo", aposta o diretor-geral do Gran Hotel.

Pucon está localizada a 200 metros de altitude. Sua paisagem é cenário de atividades como cavalgadas, rafting e caminhadas. Banhos termais são outra atração da cidade chilena. Para os esquiadores, o centro, com cafeteria, aluguel de equipamentos e miniclube para a garotada, situa-se a 1.200 metros, sobre o vulcão Villarrica.


Fonte: O Estado de S. Paulo



TERMAS DE SAN LUIS

Tranqüilidade, paisagens lindas e estimulantes água termais são só alguns dos atrativos que convidam você a conhecer as Termas de San Luis, em Pucon. Aberto durante todo o ano, o harmonioso Centro Turístico de San Luis, está localizado a 27 quilômetros de Pucon, pela estrada Internacional Curarrehue.


www.pucon.com



TERMOS USADOS EM SKI E SNOWBOARD

Après-ski - É a expressão francesa, conhecida por esquiadores do mundo todo, que designa todas as atividades realizadas após a jornada de esqui até a hora do jantar.
Bumps - São ondulações nas pistas de esqui. Podem ser notados com freqüência nas pistas mais inclinadas, onde as marcas deixadas pelos esquiadores são mais fortes. Em alguns lugares, os bumps são deixados propositalmente nas pistas.
Lift / Ski-lift - São os teleféricos que levam os esquiadores e snowboarders até o alto da montanha.
T-bar / Poma - São os meios de elevação onde os esquiadores e snowboarders são puxados para o topo da pista, com os esquis e boards deslizando no chão.
Gondolas - São os teleféricos fechados.
Chairlift - São os teleféricos abertos, normalmente com capacidade de 2 a 6 pessoas.
Trails - São as pistas ou caminhos catalogados e especialmente cuidados para a prática de esqui/snowboard. Nos mapas são publicados seus níveis de dificuldade que são identificados pelas cores. Nos Estados Unidos e Canadá as pistas são identificadas como Pretas/Black – Avançadas e Experientes; Azuis/Blue - Intermediárias e Verdes/Green - Iniciantes.
Ski in/ski out - É o tipo de hotel ou outra acomodação em que se pode chegar e sair esquiando, e que fica mais próximo das pistas.
Ski pass - Passe de acesso aos elevadores e pistas de uma estação de esqui.
Snow Update - São os boletins que informam as previsões e condições da neve e tempo na estação de esqui.
Pista Verde / Green – Pista com nível de dificuldade iniciante.
Pista Azul / Blue - Pista com nível de dificuldade itermediária.
Pista Preta / Black - Pista com nível de dificuldade avançada ou que exija experiência.
Snowmobile - Moto especial para a neve.


www.snowadventures.com.br



MANOBRAS DE SNOWBOARD

Ollie - É a manobra mais básica, fundamental para executar a maioria das outras manobras.
Air to Fakie - Consiste em dar um giro de 180 graus no ar e depois seguir de switch (base trocada).
Wheelie - Aprenda a manter o equilíbrio em apenas uma das extremidades da prancha (nose ou tail).
Butter - Giros de 360 graus na neve.
50/50 - A maneira mais fácil andar em um rail ou box.
Rock-n-Roll - É quando você anda na perpendicular do rail ou box.


www.snowadventures.com.br



MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO

Na edição de n°93 de julho de 2003 da revista Viagens e Turismo, os jornalistas Anna Renata Angotti e Sérgio Aratangy fizeram a matéria mostrando que considera Pucon como uma das melhores para 'cair na balada' ao lado de Bariloche...

Quem tem pique para esquiar o dia inteiro e depois ainda cair na balada deve rumar para Bariloche ou Pucon. A primeira é cheia de lugares descolados e tem agito o ano inteiro, mas é no inverno que as discotecas e festas atingem o pico. Há bons endereços para dançar, um cassino, centenas de bares e restaurantes. Apesar de pequena, Pucon tem vários pubs, discotecas e um luxuoso cassino. Com público mais reduzido que Bariloche, é ponto de encontro de esquiadores e snowboarders jovens. Ali é possível esquiar de manhã, fazer um rafting à tarde ou passar o dia escalando o vulcão – e ainda dançar até o amanhecer.


Fonte: viagemeturismo.abril.com.br



PUCÓN NA FOLHA DE SÃO PAULO

O jornalista Bruno Garattoni, em matéria para a Folha de São Paulo, fala o seguinte sobre Pucon...
Pucon se rende à prática do snowboard
A propaganda turística da cidade de Pucon, que fica 870 km ao sul de Santiago, no Chile, é típica: "Pucon todo o ano", aludindo à variedade de atrações no verão e no inverno. O que mais interessa, para quem viaja durante este mês, é a neve e o esqui, mas convém não perder de vista outras opções.

A estação de esqui de Pucon, que não estava em operação quando foi visitada pela reportagem, tem instalações imperfeitas --fica devendo um teleférico fechado e seu principal restaurante, em reforma, é pequeno--, mas compensa na boa vista.,br> As pistas --num total de nove, agrupadas nas categorias muito fácil, fácil, difícil e para experts-- ficam na encosta do vulcão Villarrica, cujo pico tem 2.840 m. Dentre os trajetos mais ousados, estão o Juncallillo, que começa no centro da estação, a 1.400 m de altitude, e consiste numa descida de 200 m, e o Colico, cujo desnível vertical é de 440 m.

Segundo seus mantenedores, a estação de esqui de Pucon é geograficamente ideal para a prática do snowboard, já tendo inclusive sediado, nos dois últimos anos, etapas do campeonato mundial desse esporte. Como a estação fica longe, a meia hora de carro dos hotéis, não é indicada para famílias ou aficionados por esqui --os deslocamentos obrigatórios cansam e tomam tempo.

Associado à vocação para o snowboard, esse motivo torna a estação interessante para quem viaja só ou com amigos e quer esquiar sem fanatismo --pode-se agendar, com hora marcada, uma aula particular de snowboard para até quatro pessoas, ou participar de lições coletivas.

Pucon tem 15 mil habitantes, mas sua infra-estrutura turística, que começou a ser constituída há apenas cinco anos, é interessante. A viagem é um pouco longa --de São Paulo, são três horas de avião até Santiago, mais uma hora de vôo, na conexão, até a cidade de Temuco, e outra hora de carro (US$ 656, www.lanchile.com; sem o traslado de carro).

A cidade pode estar, de fato, um pouco fora de mão, mas sua história é curiosa, a começar pelo vulcão Villarrica, inativo desde 1983. Para entender, alugue um carro (US$ 27 o dia nas locadoras do centro) e vá às Termas Huife --www.termashuife.cl, 30 km a nordeste de Pucon. Passe pela avenida principal, uma linha reta que chega a San Martin de Los Andes, na Argentina.

São duas piscinas aquecidas, uma a 37C e outra a 40C. Depois de entrar (6,50 pesos, ou R$ 27), vá à primeira piscina e observe a vista, um riachinho pedregoso, com corredeiras e, adiante, uma ponte pênsil. Os mais corajosos podem descer uma escadinha e entrar na água fria do riacho que passa ao lado.

Viajando acompanhado, não deixe de ficar, por uma noite ao menos, num chalé das termas. A diária do melhor apartamento é 82.000 pesos, aproximadamente R$ 330. É preciso fazer reservas com 15 dias de antecedência.

Não querendo sair da cidade, fique no hotel del Lago. Uma diária no hotel, que tem entretenimento noturno, custa US$ 80 - por uma suíte com vista para o vulcão Villarrica.


Fonte: www1.folha.uol.com.br



MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO - 2

Em seu site, a revista Viagens e Turismo mostra alguns pontos da cidade de Pucon juntamente com matéria sobre os Lagos Andinos...
Argentina e Chile dividem a linda região dos Lagos Andinos. Só no Chile existem sete importantes parques nacionais, destacando-se o Parque Nacional Villarrica, a 12 quilômetros da cidade de Pucon, onde está o vulcão Villarrica. Na Argentina, o Parque Nahuel Huapi enche os olhos, margeando a badalada Bariloche, entre outras cidades menores. A região também é muito procurada pelos amantes dos esportes da natureza, como esqui, rafting, canoagem e alpinismo, além de trekking.

O ESSENCIAL...

Como chegar...
Pucon tem acesso rodoviário de Santiago, com 12 horas de viagem. Para Bariloche, há vôos diretos, em torno de duas horas; de ônibus, são 23 horas.

Quando ir...
Entre dezembro e março, no verão, o clima é melhor e os passeios de barco pelos lagos são mais freqüentes. O inverno, bastante frio, é para quem quer ver muita neve.

Onde é melhor
Ficar...
Na cidade chilena de Pucon, Hospedaje La Tetera: rua Urrutía, 580, tel. 441-462. Diárias de US$ 13 a US$ 33. Em Bariloche, entre as muitas alternativas está a Hostería Casita Suíza, rua Quaglia, 342, tel. 426-111, de US$ 20 a US$ 40.

Comer...
Em Pucon, a Av. O'Higgins e suas transversais concentram muitos restaurantes. Em Bariloche, a variedade de restaurantes, lanchonetes e confeitarias é enorme. Os pratos típicos são à base de cervo, cordeiro e javali, custando em média
US$ 12, além do indefectível chocolate.


Fonte: viagemeturismo.abril.com.br



MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO – 3

Na edição n° 104 da revista Viagem e Turismo, o jornalista Paulo Vieira faz mais uma reportagem sobre os Lagos Andinos. E comenta sobre Pucon... Pucon com ou sem neve Badaladíssima estação de esqui chilena, Pucon tem uma boa notícia para dar a quem nunca deslizou, nem pretende deslizar, sobre a neve: a cidade não depende do esqui. Com o Lago Villarica a seus pés e o Vulcão Villarica lançando sua tradicional fumarola ao ar dia após dia, tem notável quantidade de hotéis e restaurantes de qualidade e muitos passeios. Para quem se cansar do Lago Villarica (que brinda Pucon com duas praias e uma península belíssima, mas que, infelizmente, tem seu acesso restrito), há outros dois lagos nas imediações, como o bonito Caburga e o Colico; termas a mais bacana é a Los Pozones, que você pode ir à noite e é recebido à luz de velas em duas piscinas cobertas, outras descobertas e um poço para banho de lama. Rafting, feito ali perto, no Rio Trancura, e cavalgadas. O cassino, dentro do Hotel del Lago, é opção para dias de chuva para muita gente, também para todos os dias. À noite, você pode fazer como o Leonardo Di Caprio a cidade inteira não cansa de dizer que ele esteve ali uma vez, de férias, espontaneamente e visitar o Puerto Pucon, na calle Fresia, 246, com bons pratos espanhóis e grandes vinhos chilenos. Para os passeios, consulte a Turismo Trancura, www.trancura.com.


Fonte: viagemeturismo.abril.com.br



PUCÓN NA REVISTA VEJA

Pucon é noticia em diversas revistas do país. Não poderia ser diferente na revista Veja...


Edição n°1858, de 16 de junho de 2004
Jornalista Ariel Kostman

Uma novidade no circuito chileno é a estação de Pucon, a duas horas de Santiago. A região é tradicionalmente conhecida como um destino de ecoturismo e de aventura, por causa de seus parques nacionais e por abrigar um vulcão ainda ativo, o Villarrica. Nos últimos anos, vem atraindo cada vez mais esquiadores, que têm à disposição vinte pistas de diferentes graus de dificuldade.


Fonte: veja.abril.com.br



PUCÓN E OLIMPIADAS DE PEQUIM ??? TUDO A VER !!!

A revista Placar de 17 de janeiro de 2008, mostra que o atleta brasileiro Reinaldo Colucci, um dos atletas mais cotados a representar o Brasil em Pequim-2008 no triatlo, começou sua busca pelo ouro olímpico em Pucon no Meio Ironman de Pucon. Veja a matéria:

Pucon (Chile) - Um dos atletas mais cotados a representar o Brasil em Pequim-2008 no triatlo, Reinaldo Colucci, responsável por garantir o país nos Jogos Olímpicos na modalidade, dará início à temporada 2008 no Chile, onde disputará o Meio Ironman, em Pucon, neste domingo.

Companheiro de Colucci, o argentino Oscar Galindez deverá ser o seu maior rival, pois já é um veterano campeão nesta competição - venceu quatro vezes (2003, 2004, 2006 e 2007). "Assim como nos anos anteriores, estou começando a temporada. Por esse motivo, estou com pouco treino, mas de qualquer maneira sempre me sinto muito bem na prova", disse o tetracampeão.

O brasileiro está bastante animado para o evento. "Esta é uma competição reconhecida no mundo inteiro. Em qualquer lugar que a gente vá, todos falam de Pucon. Ter uma vitória dessas no currículo vale muito". Mas o principal objetivo dele é confirmar seu nome na equipe que irá às Olimpíadas. Por meio da colocação do atleta no ranking mundial, o Brasil conquistou um lugar em Pequim na modalidade.


Fonte: placar.abril.com.br



ESPORTES EM PUCÓN

Notícia sobre competição esportiva em Pucon, Chile:


20/01/2008 - 23h17m

Brasileiro vence Ironman de Pucon

Reinaldo Colucci rompe hegemonia de argentino Óscar Galíndez no Chile

GLOBOESPORTE.COM

Pucon, Chile

Reinaldo Colucci venceu o Ironman de Pucon disputando na cidade chilena, aos pés da Cordilheira dos Andes, com o tempo de 4h00m25s. O corredor brasileiro rompeu com a hegemonia do argentino Óscar Galíndez, que era o atual tetracampeão, e ficou na segunda posição com 4h03m25s.

- Na metade da corrida me dei conta de que a vantagem que havia conseguido era importante para acreditar que poderia terminar em primeiro - diz o vencedor ao site oficial da prova.

O brasileiro Santiago Ascencio, vice-campeão em 2007, ficou na terceira colocação com o tempo de 04h07m43s. O americano Chris Mc Cormack, atual campeão de triatlon, não conseguiu terminar a prova por problemas em um pneu de sua bicicleta.


Fonte: GloboEsporte.com



PUCÓN NA FOLHA ONLINE

Uma matéria feita no dia 16 de dezembro de 2004, pela jornalista Cláudia Pas, para o site Folha Online, o site do jornal Folha de São Paulo, mostra as qualidades Pucon.

Chile: Região de Pucon guarda termas, praias vulcânicas e parques

O trajeto até Pucon, cidade chilena ao pé da cordilheira dos Andes, porta de entrada para a Patagônia, não é curto. São quatro horas de vôo entre São Paulo e Santiago, uma hora e meia de novo vôo entre Santiago e Temuco e um longo par de horas de espera por esse segundo embarque no aeroporto de Santiago.

De Temuco até Pucon leva-se, em média, mais uma hora e meia de ônibus, ou van, pela Panamericana highway.

Ao fim do trajeto, já sem referência e sem a noção exata de localização, ele surge no horizonte. De um momento para o outro, entre uma curva e outra da estrada, ele aparece e traz tudo de volta à vida. É uma visão fascinante.

Espalhando fumaça pelo céu muito azul de uma tarde de novembro, surge o Villarica, um dos vulcões mais ativos do Chile e da América do Sul. Senhor absoluto da região e da viagem.

Impossível não se deixar dominar pela imagem do vulcão, a cereja do bolo de Pucon, uma das mais belas cidades chilenas, à beira do lago Villarica.

Cercada por montanhas nevadas, lagos de água transparente, florestas, parques nacionais, rios, cachoeiras, termas, praias vulcânicas e os vulcões do complexo do Villarica-Lanína, a região de Pucon tem intensa atividade vulcânica. É rodeada por termas, fontes que, provenientes do centro da terra, brotam da montanha.

As águas termais podem atingir temperaturas de até 50ºC. Misturadas à água gelada de rios represados ou de quedas-d'água vindas das montanhas, enchem piscinas naturais próprias para o banho, recomendadas principalmente para quem sofre de problemas reumáticos e dores musculares.


Transporte

De Pucon, pode-se circular de carro, de ônibus, de bicicleta e a pé para outras cidades chilenas nas montanhas e até cruzar a fronteira com a Argentina.

Ali, o turista dispõe de meios de transporte público para atravessar a fronteira de um país para o outro, fundamental para aqueles que desejam visitar todos os parques nacionais da Patagônia.

Cruzando a fronteira a partir de Pucon, visita-se com facilidade cidades argentinas como San Martín de Los Andes, localizada a 19 km de Pucon. A cidade é a porta de entrada do Parque Nacional Lanín e sede da estação de esqui de cerro Chapelco. Junin de Los Andes, localizada a 151 km de Pucon, é o ponto de partida para a duríssima escalada de dois ou três dias até o cume do vulcão Lanín (a 3.776 metros de altitude), e San Carlos de Bariloche, a 474 km de Pucon, a maior cidade argentina nos Andes da Patagônia, que é o grande centro turístico argentino. A Patagônia, paraíso natural da América do Sul, é uma região com aproximadamente um milhão de quilômetros quadrados e que ocupa quase um terço dos territórios do Chile e da Argentina.

A natureza apresenta formas distintas em cada um desses países. Do lado chileno, desponta uma faixa de floresta densa e selvagem, margeando toda a costa do Pacífico Sul. Do lado Argentino, a Patagônia apresenta-se como um platô semi-árido, onde séculos de erosão formaram gigantescas elevações em forma de mesas, que os argentinos chamam de mesetas.

O ponto de encontro entre os territórios da Patagônia chilena e argentina fica no começo da cordilheira dos Andes, em seu pequeno trecho na Região de Araucanía e na região do Lagos. Pucon é um dos principais destinos turísticos do Chile e dos chilenos, em especial no verão.


O ano todo

A cidade oferece atividades durante o ano todo, e não há uma estação que seja mais indicada para a viagem. Depende do tipo de atividade que se deseja praticar. A principal delas é a escalada até o topo da cratera do Villarica (a 2.847 metros de altitude).

Se o dia estiver limpo, no alto da montanha, contempla-se a cratera, observam-se as entranhas da terra e o inacreditável espetáculo de fogo e lava.


Fonte: www.folha.uol.com.br



PUCÓN NA FOLHA ONLINE – PARTE 2

A continuação final da matéria de Cláudia Pas, para o site Folha Online...


Chile: Pucon serve de porta de entrada para os Andes

Com 22 mil habitantes, Pucon localiza-se em Araucanía, a 9ª Região do Chile, que é o berço dos índios araucanios ou mapuche. No mapudungun, idioma falado por esses índios, Pucon significa entrada da cordilheira. Por essa cidade pode-se adentrar os Andes, em direção à Patagônia.

No Chile, as Regiões correspondem ao que no Brasil chamamos de Estados, e na Argentina, de Províncias. As Regiões chilenas são numeradas e somam 13 no total.

O território da 9ª Região se estende do rio Bío Bío, ao norte, até os limites do Parque Nacional Villarica, onde fica esse vulcão com seu topo nevado, na fronteira com a Argentina.

A Região foi ocupada por chilenos e estrangeiros há pouco mais de um século, depois da Guerra do Pacífico (1879-1884), quando ocorreram violentas disputas territoriais envolvendo principalmente as tribos nativas da América do Sul.

A vitória sobre os nativos mapuche levaram à ocupação desse território pelos primeiros grupos de chilenos e por famílias estrangeiras. Pucon despontaria, então, como importante centro para a extração de madeira e para a pesca.

A partir da década de 30, quando foi erguido o primeiro hotel na região, o Grand Hotel Pucon, a cidade se transformou em centro turístico.


Fonte: www.folha.uol.com.br



PUCÓN NA FOLHA ONLINE – PARTE 3

A parte final da matéria de Cláudia Pas, para o site Folha Online...


Chile: Termas vulcânicas aliviam o cansaço na região de Pucon

Com intensa atividade vulcânica, a região de Pucon está cercada por uma infinidade de termas vulcânicas, fontes de água quente que, vindas do centro da terra, brotam da montanha. As águas termais podem atingir temperaturas superiores a 50C, mas, para que o banho seja possível, elas são misturadas à água gelada vinda de rios ou de quedas-d'água.

A maioria das termas é instalada em piscinas naturais, que ficam junto a rios represados para essa finalidade. Ali mesmo acontece a mistura da água quente com a fria. Dessa maneira, essas piscinas formam um ambiente bastante sedutor, pois permitem um literal mergulho na natureza.

Em outros lugares, a água é simplesmente redirecionada para piscinas comuns, que podem ser ao ar livre ou cobertas, nas quais se pode nadar, praticar exercícios ou simplesmente relaxar.

Normalmente, as termas oferecem diversas piscinas com temperaturas diferentes --umas pelando mais, outras menos--, mas, mesmo assim, os banhos são muito quentes, e chega a ser difícil ficar de molho por muito tempo.

As termas são a melhor maneira de relaxar depois de uma longa viagem ou de uma noite maldormida. Mas esses banhos quentes, que são indicados para pessoas com problemas reumáticos e com dores musculares, podem ser muito úteis -digamos até salvadores- depois de um dia de caminhada ou de escalada.

Por isso, quem vai escalar o Villarica deve agendar a visita a uma das termas para o dia seguinte.

A região oferece uma grande quantidade de termas, cada uma com um estilo voltado para um determinado tipo de público. Algumas parecem clubes, com toda a infra-estrutura para esportes, mas a maioria parece ter sido montada para proporcionar um momento especial de contato com a natureza.

A oferta do tipo de termas também varia. Há piscinas naturais aquecidas, piscinas naturais geladas, piscinas ao ar livre aquecidas e geladas e piscinas cobertas aquecidas. Algumas são servidas por bar e restaurante, outras têm área privativa para banhos. Umas têm ofurô, spa, massagem e vestiários. Outras contam com espreguiçadeiras ao sol, cabanas para alugar, hotel e playground. No meio de tanta variedade, não é difícil encontrar uma adequada ao estilo de cada viajante.

A novidade em Pucon é a Termas Geométricas, a 76 km da cidade, inaugurada no último inverno. Além da localização especial --o local foi erguido junto à encosta de pedra de uma montanha--, as termas são equipadas com piscinas aquecidas de várias formas e tamanhos e spa. Com vegetação exuberante e jardins orientais, essas termas têm um quê sensual.


Fonte: www.folha.uol.com.br



MUSEU DE PUCÓN EM MATÉRIA NA FOLHA ONLINE

MUSEU DE PUCÓN EM MATÉRIA NA FOLHAONLINE


Em matéria de um enviado especial da Folha de São Paulo para o Chile, o Museu de Pucon é citado como um dos principais da cultuma Mapuche...


Museu da aldeia Trawupeyüm exibe cultura dos índios mapuches

Em todos os atos, existe um perfeito equilíbrio entre as forças positivas e negativas, prega uma das crenças mitológicas dos índios mapuches, os únicos nativos do Chile. Os espíritos positivos representam as forças da vida, a criação e o amor; enquanto os negativos, a morte e a destruição.

Mas resta pouco da cultura dessa tribo para mostrar ao turista, apesar do esforço do Museu Centro Cultural Aldeia Intercultural Trawupeyüm, a 36 km de Pucon, em Curarrehue.

É um edifício desenhado sobre a base dos princípios estéticos e arquitetônicos da cultura mapuche. Os visitantes pagam de 200 pesos (crianças) a 400 pesos (adultos) para conhecer o local.

Dentro dele, painéis, ferramentas, teares e um vídeo tentam traduzir ao visitante um pouco de sua história. Trawupeyüm, "onde nos reunimos", na linguagem mapuche, também oferece espaço para encontros, seminários, shows de dança e teatro. É, acima de tudo, um espaço para preservar essa cultura.

Hoje, a população mapuche --"mapu", terra, "che", homem, em mapudungun, sua língua-, que sobreviveu aos efeitos da ocupação de seu território pelos espanhóis, está separada pela fronteira entre o Chile e a Argentina.

Duas curiosidades: o vocábulo "tche", usado no Sul do Brasil, na Argentina e na Patagônia, é derivado dessa mesma língua dos mapuches; a araucária é uma das árvores sagradas desses índios, da qual comem seu pinhão.

Os mapuches foram uma sociedade relativamente hierarquizada, baseada nas estruturas familiares, na qual as mulheres desempenham importantes papéis místicos. São elas que têm "permissão" de "contatar" os deuses.

Na recepção do museu, a índia Veronica Quintonahuel, 26, conta que não sabe quase nada de sua língua nativa. "Por muito tempo, fomos marginalizados e perseguidos. Estamos rebuscando nosso passado para preservá-lo antes que seja tarde", diz, orgulhosa.

Ao lado do filho Maurício, 4, "mestiço mapuche com chileno", a índia está antenada com o presente. Diz que adoraria receber uma foto dela e da criança por e-mail. "Os turistas prometem quando estão aqui, mas nunca mandam", conta Veronica, enquanto o filho alegremente posa para mais um clique.

No sul chileno, os mapuches são cerca de 1 milhão, e a maioria ainda mantém um modo de vida agrário. Cultivam milho, feijão, batatas e abóbora, caçam e pescam. Também produzem artesanato, como produtos de decoração com fibra vegetal, louças de barro e roupas de lã. Ao lado do museu, um pequeno mercado mapuche vende esses suvenires. Afinal de contas, quem vive sem dinheiro?


Fonte: www.folha.uol.com.br



ESPORTES EM PUCÓN NA FOLHA ONLINE

Matéria sobre os esportes em Pucon, no site Folha Online...


Esportes radicais aquecem a fria Pucon

Imagine praticar snowboard no lombo de um vulcão ainda em atividade. Na belíssima região de Pucon, espécie de capital chilena dos esportes de aventura, isso é possível. O vulcão Villarrica e seu entorno são o paraíso perfeito para os fãs de adrenalina em todas as estações do ano.

Em meio a vulcões, florestas, neve, lagos e organizados parques, o que não falta no Chile são belezas naturais para animar até mesmo os sedentários.

Quem quiser aproveitar as inúmeras opções para mover as pernas, principalmente com as temperaturas negativas registradas pelo termômetro, deve dar uma "aquecidinha" antes de sair do Brasil para chegar lá no pique.

Mesmo na temporada de inverno, a programação não se restringe ao esqui e ao snowboard. Rafting, canyoning, escalada, mountain bike, cavalgada, "fly fishing" e trekking são alguns dos esportes que podem seduzir de crianças ao público da terceira idade. Uma dica: mesmo quem nunca praticou nada disso deve aproveitar a oportunidade e se aventurar.

As agências dispõem de informações, fotos e equipamentos para os percursos oferecidos. Há sempre um profissional apto a orientar os novatos.

Em Pucon, perambule pela badalada avenida O'Higgins, a maior da cidade. Ela concentra a maioria das agências especializadas em expedições de aventura e ecologia. Se estiver em outra cidade, não se preocupe. Há quiosques de turismo em toda a região que oferecem folhetos, mapas e guias sobre as opções de esporte. O material de divulgação é distribuído gratuitamente.

Esteja preparado para os contratempos, porque tudo depende das condições climáticas. Os guias sempre avisam que, se for impossível fazer uma escalada ao vulcão Villarrica na manhã seguinte, por exemplo, o trekking no parque Huerquehue está de pé mesmo debaixo de chuva.

Deixe a preguiça de lado e se aventure. Uma caminhada de três horas com guia pelo belíssimo parque Huerquehue, passando por três lagos, na região de Pucon, custa 12 mil pesos chilenos por pessoa (US$ 1 equivale a cerca de 650 pesos chilenos).

O rafting de uma hora no rio Trancura, geralmente organizado pela tarde, sai por volta de 15 mil pesos. Quer mais adrenalina?

Faça um arvorismo no bosque Aventura, um percurso de 1.200 m, "pulando" por dez bases instaladas, sendo que a mais alta chega a 25 m de altura, tendo ao fundo, o deslumbrante vulcão Villarrica e, embaixo, um braço do rio Trancura. Dura uma hora e meia. Preço da aventura: 13 mil pesos.

Para os mais audaciosos, uma expedição pelo vulcão Villarrica custa caro, cerca de 25 mil pesos, mas é daqueles passeios inesquecíveis. Em média, os grupos saem por volta das 7h15. São oito horas de programa. Se nenhuma nuvem atrapalhar, quando chega lá em cima, o turista vê sete lagos da região e até nove vulcões. Contemplação para ficar congelada na memória.


Fonte: www.folha.uol.com.br



VIDA NOTURNA DE PUCÓN NA FOLHA ONLINE

A vida noturna de Pucon é relatada na seguinte matéria no site Folha Online


Vida noturna é pouca, mas diversificada

Pucon tem uma vida noturna apenas incipiente, sobretudo no inverno. Não há muitos bares nem discotecas, e os que existem têm aspecto suspeito. Mas, sabendo onde ir, há programas legais para, pelo menos, duas noites na cidade. Na primeira, vá ao hotel del Lago Resort & Casino (www.hoteldellago.cl) para jantar --o que o restaurante fica a dever em culinária típica, compensa na ambientação elegante. Fuja, a todo custo, da programação de shows bregas, mas conheça o cassino.


Jogatina

No piso térreo ficam os caça-níqueis, dos quais um é simpático --jogue uma partida no Royal Ascot (250 pesos, ou R$ 1), que opõe cinco jogadores numa corrida de cavalos. Tome um trago de coragem e suba ao segundo andar, onde ficam as mesas propriamente ditas. Não é Las Vegas, mas tem seus atrativos. Para quem nunca esteve num cassino, a pedida é aprender, com fichas de chocolate, a jogar 21 --um jogo simples, bom para começar.

Com 6.000 pesos (R$ 25), vá até a mesa de pôquer; você vai perder, claro, mas a despesa é relevante para conhecer o estilo chileno de blefar.

Durma bem, pois em Pucon amanhece tarde --o sol só aparece por volta das 8h. Faça os melhores passeios diurnos, e aproveite o cair da noite para conhecer o comércio local --tudo fica aberto até as 21h. Não é o paraíso dos consumistas (a maioria das lojas é de turismo ou de aluguel de carros), mas quem procura acha: a loja de suvenires que fica na avenida principal de Pucon vende lembranças graciosas. Para as meninas, um poncho artesanal, bonito, custa o equivalente a R$ 30. Salvador Allende figura em pôsteres (1.000 pesos, ou R$ 4) que servem de presentes aos amigos.


Para todos

A segunda noite interessa a quem viaja sozinho, casado, ou com família e amigos. A balada é no Gran Hotel Pucon (www.granhotelpucon.cl), que foi construído nos anos 30. Românticos devem conferir --fica nos fundos do hotel-- a praia vulcânica: a areia escura, de noite, é bela.

Se estiver com os amigos e de bom humor, não perca, em especial, um dos shows do Gran Hotel Pucon. Confira a programação no site e escolha a noite com o show Disney. "Mogli" dublado em espanhol, com coreografias, é hilariante; um thrash metal chileno. Depois da apresentação, vá ao bar do hotel. Para os brasileiros, a cena parece um pouco estranha, mas, no Chile, bebe-se e fuma-se na frente das crianças. Então o bar, na noite Disney, fica parecendo o programa do Serginho Groisman. Respire fundo e acompanhe a gincana do "casal perfeito". As provas, a que se sujeitam três pares, são totalmente anos 80 --dançar com um limão na testa, como se estivéssemos todos no programa "Viva a Noite"--, mas uma delas vale: levantamento de mulheres. O repórter participou e recomenda: guarde energias para dançar mais tarde, pois a seleção musical é ótima. São sequências de uma espécie de axé chileno, com letras escabrosas e divertidas.


Fonte: www.folha.uol.com.br



VULCÃO VILLARRICA NA FOLHA ONLINE

Matéria sobre o vulcão Villarica, em Pucon, no site da Folha Online...


Vulcão é cenário para esportes

La Peninsula é o bairro mais chique de Pucon. Não à toa: o condomínio fechado, que fica numa encosta, é o mais protegido, segundo contam os moradores locais, contra eventuais erupções do vulcão Villarrica.
Vá de carro, pague a entrada na portaria e entre para jogar golfe (mas leve o equipamento) ou tênis. Para quem tem alguma prática, é um prazer especial jogar com as montanhas no horizonte.

Como não há aulas de golfe, quem não está acostumado a jogar tem como alternativa descer ao píer de La Peninsula. Os passeios de barco são mais comuns no verão. Assim, o turista de inverno pode encontrar alguma dificuldade para conseguir um iate durante o mês de julho.

Outro programa aquático em Pucon é o rafting, mas no inverno ele também pode ser cancelado devido ao frio. É proibido nadar no píer, mas não porque a água seja perigosa: no verão, o tráfego de barcos é intenso.

No Chile, por sinal, não faz tanto frio --enquanto a reportagem esteve lá, a temperatura negativa ficou restrita à estação de esqui, a 1C negativo e com chuva. Nada comparável ao frio seco do hemisfério Norte, mas é bom ir preparado, ou então comprar um casaco no centro de Pucon.

Na volta de La Peninsula, não perca, por nada, as barracas de flores. À distância, parecem flores comuns --até você perceber que são todas de madeira pintada. Feitas por índias da tribo mapucho, de perto elas ficam meio tacanhas, mas, como cada uma custa só 700 pesos (R$ 3), é uma boa lembrança de viagem. A mais bonita e realista é uma espécie de cravo lilás. Quem aprecia artesanato também encontra diversas esculturas, mormente de bichos --por 5.000 pesos (R$ 20) compra-se um cavalinho. Para os casados, o suvenir mais bacana é um casalzinho de índios (9.000 pesos, o equivalente a R$ 36).

Como você terá de passar por Santiago na volta de avião, aproveite para conhecer a catedral, cuja missa diária tem músicas lindas. Fique atento, a propósito, na hora de fazer a conexão de volta: como o aeroporto de Santiago não tem sistema de som, é facílimo perder o vôo. Mas, afinal, o "pior" que pode acontecer é você ficar no Chile por mais algumas horas.


Fonte: www.folha.uol.com.br



CAVALGADAS EM PUCÓN

Matéria sobre passeio em Pucon, publicada na Folha Online...


Cavalgada termina com broa picante

A 20 minutos de carro de Pucon, o hotel Villarrica Park Lake (www.villarricaparklakehotel.cl; Camino Villarrica Pucon, km 13) merece uma visita por sua paisagem. Se for ficar hospedado ali, saiba escolher: prefira um apartamento no quarto andar (a diária no quarto superior é US$ 155, ou R$ 370), e tenha uma vista mais destacada ainda. Por fora, a fachada é de pedra. As acomodações são construídas em madeira chilena, e a mobília é da Áustria.

No inverno, o passeio mais sedutor pela região, o tour de catamarã no lago Villarica, mesmo nome do vulcão, não está disponível. O bar do hotel, chamado Vértigo, prima pelos vinhos locais, mas o mais interessante é provar a bebida típica: um Pisco Sour Campanario. À noite, ali, pouco se vê --só se ouve o som do lago--, mas o amanhecer no hotel transcende o Chile: a melhor pedida é tomar um café da manhã na mesa com vista para o lago.

Os pratos são um pouco pesados, cortesia de um dos sócios, alemão. Mas prove o salmão, que, segundo o maître, é pescado no lago. Lenda turística, mas vale a pena. Todo o hotel gira em torno do lago --a academia e a sauna também têm vista. (Fuja, apenas, do spa, feio e desaconselhável.) A piscina com cachoeiras é uma atração à parte.

Aproveite a estada na cidade para conhecer o Fundo Huifquenco (www.fundohuifquenco.cl; Camino Villarrica a Huifquenco, km 0,5), um rancho de criação de gado. A cavalgada é longa e custa caro --15.000 pesos, ou R$ 68--, mas compensa. Peça um cavalo manso (o ideal é ir com mais três pessoas, pois a trilha é estreita) e conheça a floresta de eucaliptos, com cavalos soltos e javalis. Também vale tentar participar do "rodeio crioulo": dois cavaleiros perseguem um boi numa arena de madeira.

Para relaxar, na casa da família, peça o melhor prato: pães de milho com vários tipos de pimenta chilena. A imprudência gastronômica é estimulada: a porção vem com uma cumbuca para misturar as pimentas. Quem quiser pegar leve pode tentar a chicha, um vinho de maçã.


Fonte: www.folha.uol.com.br



BLOG DA ESCALADA - PUCÓN

O Blog da Escalada, escrito por Luciano Fernandes, mostra que houve um campeonato de escalada em Pucon no início de 2008. Adivinhem quem foram os primeiros colocados...
Claro que os brasileiros... Veja o relato do Blog...


02/02/2008


Semifinal em Pucon

Interrompo minha escalada de carnaval, correndo na primeira "Lan House" que vi para informar algo fresquíssimo : Segundo fontes fidedignas, o escalador César Grosso passou para a Semifinal do campeonato de Pucon, no Chile, em primeiro lugar, deixando o badalado Daniel Woods para trás.


No masculino me foi informado a seguinte colocação :
1 - César Grosso (o Cesinha)
2 - Daniel Woods
3 - André Berezosky (o Belê)


No feminino Janine Cardoso saiu em 4º. Dos outros integrantes do grupo(Ligeirinho e Andrea), não tenho notícias.

A Semifinal que ocorre hoje, somente às 19:00 horário local(Adicione 2h para o horário Brasil). Assim que tiver uma ótima notícia, estarei publicando aqui.

Porém tenho a certeza absoluta que teremos pódium brasileiro, e uma visualização dos brasileiros que estão barbarizando na cidade chilena.

Garanto que assim que Cesinha ou o Belê abocanhar os US$4000, tomarei um pisco em homenagem a eles.


03/02/2008
Cesinha campeão em Pucon

E não deu outra.

Tenho o orgulho de publicar em primeira mão que Os escaladores Cesar Grosso(o Cesinha) e André Berezosky(o Belê) dividiram o primeiro e segundo lugares, respectivamente, deixando o escalador americano Daniel Woods em terceiro lugar no torneio de boulder realizado pela North Face No Chile. A escaladora Janine Cardoso ficou com o terceiro lugar no feminino.

Esta dobradinha foi prevista aqui mesmo no blog.(leia posts abaixo).

Não tenho mais notícias detalhadas dos outros escaladores que foram ao evento, mas tenho certeza que sua colocações foram de destaque também.

O torneio realizado pela marca North Face e Land Rover no Chile tinha como objetivo ser uma espécie de Open de Boulder sulamericano. Contou ainda para abrilhantar a festa a presença do escalador Daniel Woods e da Emily Harrington.

Porém o destaque ficou por conta do escalador Cesinha, que demonstrou que mesmo sem apoio de NENHUMA marca, ou patrocínio de nenhuma empresa, vai colocando no seu bolso mais uma conquista , agora internacional.

Parabéns Cesinha e Belê e toda a equipe que foi marcar presença no Chile e que mostraram que aqui na américa do sul quem domina são os brasileiros.


Fonte: pempem.blog.uol.com.br



BLOG AMERICA DO SUL, EXTREMO SUL – PUCÓN

Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004


Pucon
Escrito por Isis, 12:00, no Ônibus para Temuco
Ontem à noite, depois de tomar-mos um banho, encontramos o Luciano de novo. Fomos até o Lago Villarrica, andamos pela “Praia” e pela rua principal

A cidade está bem lotada de turistas. Vimos uma apresentação de dança e músicas típicas na rua e depois fomos pro camping onde ele está e ficamos conversando até mais tarde. Ele já morou na Nova Zelândia um ano e fez algumas coisas bizarras como pular de bungee-jump de um balão.

Villarrica
Escrito por Isis, 11:00, no Ônibus para Temuco
Chegar na cratera de um vulcão ativo é realmente D+! O chão lá em cima é bem quente e toda aquela fumaça é sufocante. A lava fica a 1250º C, mas não conseguimos vê-la.

A primeira 1 hora de subida (que poderia Ter sido feita de teleférico) foi especialmente difícil para mim por causa do encurtamento dos tendões dos meus pés por causa do ballet. A parte de subir pelo gelo foi bem mais fácil porque é como subir escada e o pé fica sempre na horizontal.

Descer foi 1000 vezes mais divertido. Fomos fazendo Ski-bunda no gelo. Muito legal?

Em algumas partes o gelo forma uns tobogãs que, segundo meu irmão, parece pista de Bob Sledge. Tem hora que dá pra ir muito rápido.

No meio da descida enfiei o piolet (algo com muitas funções, entre elas frear quando se está descendo) na minha perna três vezes. Como eu estava inteira congelada nem doeu muito. Só hoje vi as marcas roxas que ficaram.

No vulcão conhecemos dois gaúchos e 1 paulistano, o Luciano. Os gaúchos estão vindo do Atacama e nos contaram algumas coisas de lá. O Luciano ficou quatro semanas em Santiago estudando espanhol e também deu várias dicas.

O Vulcão Vilarrica
Escrito por Bruno, 10:30, na Hospedagem em Pucon Chegamos em Pucon terça-feira, 23:00 da noite e logo agendamos nossa escalada para o vulcão villarrica no dia seguinte.

Foram 5 horas de caminhada por rochas vulcânicas e neve para chegar até o topo, a 2800 metros de altura!

Como estávamos com botas de neve, era extremamente penoso subir pelas rochas. Mas chegar lá vale muito a pena!

Como o vulcão ainda está ativo, sai muita fumaça constantemente da sua enorme cratera. A fumaça é tóxica e tem um cheiro ácido muito forte. Nos deram máscaras contra gás no equipamento, mas elas não funcionavam...

A vista que se tem lá de cima também é fenomenal: vários lagos, entre eles o enorme Vilarrica, várias montanhas e alguns outros vulcões no horizonte.


Fonte: paginas.terra.com.br


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