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Dicas de Bariloche - Pacotes para Ski e Snowboard na Neve Férias Turismo na Neve estacoes de esqui no Chile Argentina Canada USA

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Dicas de Bariloche


Abaixo as dicas de quem já foi e tem muito a ensinar:



PISTAS: GRAU DE DIFICULDADE

De uma forma geral, você pode classificar as pistas do Cerro Catedral em:
Pistas fáceis.......40%
Pistas médias.....40%
Pistas difíceis......20%
Mas... tome cuidado sempre, em qualquer tipo de pista!


www.bariloche.com



O GOULASH DO LYNCH...

Você tem que comer o goulash do Lynch ! Antes de qualquer interpretação maliciosa, explicamos: goulash é aquele prato húngaro com páprika, e o Lynch a que nos referimos é a confeitaria situada neste ponto de beleza suprema, no lugar mais alto do Cerro Catedral.Vai lá e confere.



INTERMÉDIA

Intermédia... esta pista é uma verdadeira mania entre os esquiadores de Bariloche. É uma vermelhona, daquelas que fica preta de vez em quando... longa, exigente, e muuuito boa de esquiar, é um bom teste para saber como você anda : a cadeirinha passa bem em cima, todo mundo olha e costuma dar nota...

É importante praticar bastante antes de se aventurar nestas pistas, mas depois e só curtir!!



O PANCHO DOS ROSSENGER

Na entrada do Cerro Catedral tem um pequeno quiosque de madeira, lá está há muitos e muitos anos, capitaneado pela Sra.Rossenger - mãe, avó, esposa, filha, neta de esquiadores... o cachorro quente, o consomé e o apfelstrüdel são uma lenda ! E o pessoal que atende... esquia MUITO, irmão!



A VILA DO CERRO CATEDRAL
>As pistas prendem tanto a atenção de todos que quase não sobra tempo para fazer uma coisa muito, muito legal : um passeio, a pé, pela vila do Cerro Catedral. Ande pelas ruas que cortam os morros, é uma experiência inesquecível. Leve sua câmera!!



CHOCOLATE

Mesmo que você não goste de chocolate: experimente entrar numa das muitas fábricas de Bariloche, e olhe, de cima, os enormes (estamos dizendo: enormes!) tonéis de chocolate borbulhante... crazy, man ! Você provavelmente irá querer experimentar um,dois,três...... depois disto amigo(a) já será tarde e verá que os chocolates artesanais patagônios são maravilhosos.

Fábrica:

- Fenoglio - Museu de Chocolate e Fábrica: Av.Bustillo Km 1,200.

- Há outras lojas que comercializam chocolates, como a Mamuschka, que se localiza na rua Mitre, 298.

www.fenoglio.com



WEISS

Família Weiss e coisas defumadas são sinônimo na região de Bariloche. O restaurante no centro da cidade, e o sítio no Circuito Chico são, ambos, imperdíveis.

Truta, cervo, javali, queijos (nham, nham), geléias... prepare-se para milhares de calorias a caminho.



SKIS RECOMENDADOS
Skiers : este ano tive a,mmm, obrigação profissional, é claro, de provar alguns skis. Foram vários, e ótimos - as novas tecnologias fazem ser cada vez mais fácil, seguro e prazeroso esquiar na neve. Minha recomendação : Rossignol B2 , brancos, super-carving, 5 cm A MENOS que a altura do vivente. Soberbos na pista, no fora-de-pista, no extreme. suaves o tempo todo, e duros quando preciso - um baita ski, meu !!



ISLA VICTORIA
Indo conhecer a Isla Victoria, você lembrará do famoso desenho da Walt Disney no qual o personagem Bambi passeia por lindos bosques com arvores coloridas, tais paisagens que serviram de expiração para criar o cenário do filme, graças a linda Isla Victoria em Bariloche. Mas não se engane você provavelmente não verá o "Bambi" apenas as lindas arvores coloridas, chamadas "Arrallones".



ROSA MOSQUETA

Rosa Mosqueta é uma florzinha que é um tipo de praga em Bariloche, tal motivo fez desta flor de Bariloche ser transformada em diversos produtos como: chás, óleos, cremes, desodoranten, entre outros. um óleo é muito usado para aliviar queimaduras do sol, depois de um dia de sol eskiando na montanha é essencial ter um destes, pode ser comprado

Uma das plantas ornamentais mais conhecidas no mundo, a Rosa Mosqueta surgiu no Oriente, tendo como porta de entrada para o mundo ocidental, a Grécia. Na Antigüidade, a raiz da Rosa Mosqueta era usada para eliminar cálculos renais. Já os romanos empregavam a flor da planta para acabar com a embriaguez e na preparação de perfumes. Estudos durante a Segunda Guerra Mundial comprovaram que essa planta é uma grande fonte de vitamina C. O óleo de Rosa Mosqueta é utilizado na cosmética prevenindo o envelhecimento precoce e estimulando a restauração celular, sardas e estrias, alterações da pele causadas pela radioterapia, assaduras de bebê, em cicatrizes hipercrônicas, hipertróficas e retráteis e queimaduras.


onde comprar:

- Rosa Mosqueta

Bariloche Silvestre
Produtos com rosa mosqueta
Mitre 339 - Local 15 - Bariloche
Tel. (02944) 420021

- Cascarilla de Rosa Mosqueta

Produtos com Rosa Mosqueta
Av. Bustillo Km. 19,500 (Caminho lla llao) - Bariloche
Telefone: (02944) 448934



CERRO CAMPANARIO

Este passeio é um dos mais recompensadores de Bariloche, pois quando você esta quase no topo do cerro, consegue ver uma das dez paisagems mais bonitas do mundo, segundo uma pesquisa feita pela revista National Geográfic, tal pesquisa que ja foi citada em revistas como a: Proxima Viagem, na edição de julho de 2006. Então não dixe de conhecer esta deslumbrante visão da maravilhosa de Bariloche.



MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO

Uma matéria muito show feita pela jornalista Cláudia Carmello, com colaboração de Theresa Dino, para a revista Viagem e Turismo em sua edição de n° 128 de junho de 2006, mostra a disputa entre a argentina Bariloche e a chilena Valle Nevado em busca do prêmio de estação de esqui campeã do Prêmio VT (A escolha do leitor da revista). Aqui veremos tudo que foi dito do Bariloche.


O que é...
São dois destinos em um: a típica cidadezinha de montanha com estrutura hoteleira poderosa e, dentro dela, o Cerro Catedral, a montanha com a maior estação de esqui da Argentina - e da América do Sul. Na temporada, até 15 mil pessoas circulam por dia pelas 53 pistas, pelos 39 teleféricos e pela vilazinha da base, a 1 030 metros de altitude. Quem vai a Bariloche pode se divertir curtindo só a cidade, só o centro de esqui, ou misturando as duas coisas.


Paisagem...
É como aqueles cartões-postais do Canadá: uma paisagem espetacular de lagos e montanhas e um céu absurdamente azul - bom, se for no auge do inverno, nem tão azul. A cidade fica no coração de um parque nacional criado para proteger o majestoso Lago Nahuel Huapi - tão grande que dentro dele cabem três Buenos Aires - e as montanhas ao seu redor. A cidade se esparrama à beira desse lago e há mirantes lindíssimos ao longo da avenida que o margeia, a Bustillo. O passeio chamado Circuito Chico passa pelos principais.


O esqui...
Quem nunca esquiou gama no Cerro Catedral. Primeiro, porque ele tem uma vilazinha em sua base que é um mundo completo, auto-suficiente, todo funcionando no meio do gelo: são hotéis, restaurantes, escolas de esqui, lojas de equipamentos, cafés, bares e até shopping, o La Terraza - mais um será inaugurado nesta temporada. Por todo lado vêem-se criancinhas encapotadas, bonecos de neve, jovens snowboarders. Ele é superamigável aos pedestres: dá para levar até a vovó para almoçar lá em cima, no agitado Refugio Lynch, e curtir o mesmo visual que os esquiadores experientes. Há um bondinho só para pedestres, o Cable Carril. E os aprendizes são a maioria - é difícil se envergonhar dos próprios tombos quando os do vizinho são tão ou mais engraçados.


Gastronomia...
Fondues, chá das cinco, chocolates mil - tudo que uma típica cidadezinha de montanha tem você encontra de monte. O plus é o legado da cozinha patagônica. Os defumados - de carnes de caça ou salmão e truta - são clássicos. O Família Weiss (Palacios com a V.A. O'Connor, 43-5789. Cc: todos. 9h/2h) tem a picada (tábua) mais célebre: com carnes de cervo, javali e queijos curtidos em vários temperos. Dois restaurantes lindos (a iluminação noturna é especial) dividem a preferência quando o assunto é a típica parilla argentina: o El Patacón (Bustillo, km 7, 44-2898. Cc: D, V. 12h/15h e 20h/23h30) e o Rincón Patagónico (Bustillo, km 14, 46-3063. Cc: todos. 12h/0h). Para os jantares românticos, vá aos restaurantes mais finos. O Il Gabbiano (Bustillo, km 24,3, 44-8346.19h30/23h30) tem pratos e sobremesas deliciosas de sotaque italiano. O restaurante do hotel Llao Llao, o mais cobiçado da cidade, é o Los Cesares (Bustillo, km 25, 44-8530. Cc: todos. 19h30/0h. Reserva obrigatória). Os garçons de luvas brancas servem à francesa. No meio de uma montanha nevada, nos domínios do resort Arelauquem, fica o El Refugio (Ruta Provincial, 82, 46-7622. Cc: Mc, V. 19h30/23h30. Reserva obrigatória). Para chegar ao jantar à luz de velas lá em cima, usam-se motos de neve. A casa de chá mais elegante é a Rosellana (Bustillo, km 16,4, 44-8656. 16h/21h). Há sete mesas e alguns sofás - você se sente um convidado da casa.


A rixa da sobremesa...
Enquanto mastiga o chocolate, grude-o no céu da boca. Se desgrudar sozinho, ele é bom; se ficar lá, é porque tem muita gordura - é de má qualidade, portanto. Ao menos é isso que se propaga em Bariloche, a terra das chocolaterias. Na acirrada disputa pelo título de melhor da cidade, quem leva mais crédito é a Mamuschka (Mitre, 216, 42-3294. Cc: todos. 8h30/22h). Mas a Abuela Goye (Mitre, 258, 42-3311. Cc: Ae, Mc, V. 8h/1h) corre ao lado. Tudo lá é fofinho como na cozinha da vovó (por isso o nome abuela): a decoração da loja, a apresentação dos chocolates, as canecas do clássico submarino. Se o negócio é levar muitos saquinhos como presente, parta para a Del Turista (Mitre, 239, 42-5744. Cc: todos. 8h/22h), quase um hipermercado de chocolates. Tem até praça de alimentação.


Hotelaria...
São três eixosonde se hospedar: no centro, na beira do Nahuel Huapi e no Cerro Catedral. Ficar no cerro é a dica para imergir no esqui, mas gasta-se mais. O Club Hotel Catedral (46-0006, www.clubhotel.com.ar. Cc: todos. Pacotes de sete noites, entre US$ 556 e US$ 1 118, por pessoa, com passes para teleféricos) tem 160 quartos, spa e três restaurantes. O sonho de consumo é o Pire-Hue (46-0039, www.pire-hue.com.ar. Cc: Ae, Mc, V. Pacotes de sete noites, de US$ 710 a US$ 2 140, por pessoa, com meia-pensão e massagem). Os quartos têm mobília clássica e banheiros de mármore; o restaurante é disputado. No centro, ao redor da rua Mitre, ficam as famílias e a moçada - além da maioria dos hotéis, restaurantes, bares e lojas. Para os casais, a beira do lago é o lugar - nas hosterías (pousadas), cabañas (bangalôs de luxo) e hotéis. Uma das boas novidades é o cinco-estrelas Aldebaran (Bustillo, km 20,4, 46-5132, www.aldebaran patagonia.com.Cc: Ae,V. Diárias desde US$ 150), com dez quartos superaconchegantes, com varanda e vista. O hotel-símbolo da cidade, o Llao Llao (Bustillo, km 25, 44-8530, www.llaollao.com. Cc: todos. Diárias desde US$ 240) é hors-concours. Fica numa porção de terra elevada entre dois lagos - todo ambiente é panorâmico. O chá da tarde é um clássico (custa 33 pesos - não-hóspedes também podem provar). As xícaras são de porcelana; os bules, de prata. As tortinhas doces e salgadas são superdelicadas. E você degusta tudo acolhido nas poltronas classudas do jardim-de-inverno - um dos melhores mirantes.


A noite...
Parece Campos do Jordão: a cada temporada abrem novos bares e as modas mudam. Os flyers distribuídos na rua Mitre dão as pistas - e tentam seduzir os adolescentes que perambulam de bar em bar. Alguns clássicos, porém, jamais saem de moda. Um deles é o pub Wilkenny (San Martín, 435, 42-4444. Cc: Ae, Mc, V. 11h/6h). Vive cheio de argentinos e brasileiros que se esquentam antes de ir para as danceterias - as maiores ficam na avenida Rosas. Os europeus preferem o clima cool do Pilgrim (Palacios, 167, 42-1686. 11h/último cliente). A tríade vinhos, charutos e gastronomia inventiva é a aposta do elegantinho Quve (San Martín, 570, 43-6003. Cc: Mc, V. 18h/3h). E a cervejaria artesanal Berlina (Bustillo, km 11,75, 52-3336. Cc: Ae, Mc, V. 18h/2h), aberta ano passado, recebe os moderninhos - mas fica fora do centro.

viajeaqui.abril.com.br



TERMOS USADOS EM SKI E SNOWBOARD

Après-ski - É a expressão francesa, conhecida por esquiadores do mundo todo, que designa todas as atividades realizadas após a jornada de esqui até a hora do jantar.

Bumps - São ondulações nas pistas de esqui. Podem ser notados com freqüência nas pistas mais inclinadas, onde as marcas deixadas pelos esquiadores são mais fortes. Em alguns lugares, os bumps são deixados propositalmente nas pistas.

Lift / Ski-lift - São os teleféricos que levam os esquiadores e snowboarders até o alto da montanha.

T-bar / Poma - São os meios de elevação onde os esquiadores e snowboarders são puxados para o topo da pista, com os esquis e boards deslizando no chão.

Gondolas - São os teleféricos fechados.

Chairlift - São os teleféricos abertos, normalmente com capacidade de 2 a 6 pessoas.

Trails - São as pistas ou caminhos catalogados e especialmente cuidados para a prática de esqui/snowboard. Nos mapas são publicados seus níveis de dificuldade que são identificados pelas cores. Nos Estados Unidos e Canadá as pistas são identificadas como Pretas/Black - Avançadas e Experientes; Azuis/Blue - Intermediárias e Verdes/Green - Iniciantes.

Ski in/ski out - É o tipo de hotel ou outra acomodação em que se pode chegar e sair esquiando, e que fica mais próximo das pistas. Ski pass - Passe de acesso aos elevadores e pistas de uma estação de esqui.

Snow Update - São os boletins que informam as previsões e condições da neve e tempo na estação de esqui.

Pista Verde / Green - Pista com nível de dificuldade iniciante.

Pista Azul / Blue - Pista com nível de dificuldade itermediária.

Pista Preta / Black - Pista com nível de dificuldade avançada ou que exija experiência.

Snowmobile - Moto especial para a neve.


www.snowadventures.com.br



MANOBRAS DE SNOWBOARD

Ollie - É a manobra mais básica, fundamental para executar a maioria das outras manobras.
Air to Fakie - Consiste em dar um giro de 180 graus no ar e depois seguir de switch (base trocada).
Wheelie - Aprenda a manter o equilíbrio em apenas uma das extremidades da prancha (nose ou tail).
Butter - Giros de 360 graus na neve.
50/50 - A maneira mais fácil andar em um rail ou box.
Rock-n-Roll - É quando você anda na perpendicular do rail ou box.


www.snowadventures.com.br



MATERIA NA REVISTA VIAGEM E TURISMO

Matéria do jornalista Cláudio Campos, para a revista Viagem e Turismo em sua edição de n° 140 de junho de 2007:


Não tem pra ninguém. Desde 2003, só dá Bariloche como melhor estação de esqui eleita pelos leitores no Prêmio VT - à frente de destinos como Aspen, nos Estados Unidos, e Whistler, no Canadá. Bariloche teve ainda as notas mais altas nos quesitos vida noturna, compras e preços. Tudo bem que a cidade tem um lado meio brega, com um centro cheio de lojas de badulaques e de aluguel de macacões para esquiar. Mas os investimentos na estação de Cerro Catedral não param de crescer - foram 8 milhões de dólares nos últimos três anos, com a construção de novos teleféricos e restaurantes.


PARA QUEM QUER GASTAR POUCO

Alguns albergues dispõem de quartos duplos, além dos dormitórios compartilhados. Tente o agitado Tango Inn (Avenida 12 de Octubre, 1915, 43-0707; diária a $ 90) no centro, ou o Hostel Inn (Ruta 82, km 16, 46-7570; diária a $ 110), cercado pela natureza e por vizinhos bem mais caros no Lago Gutierrez. Nos 15 bares e restaurantes ao longo das 53 pistas de Cerro Catedral, gasta-se pouco para comer saborosos choripanes (cachorro-quente de lingüiça, $ 6), lomitos (sanduíches de filé, $ 10) e goulash de carne com massa e sopa de lentilhas ($ 15). Para brindar ao fi m do dia na base, chope artesanal Berlina no quiosque Tage. Se beber, não dirija: de meia em meia hora sai um ônibus rumo ao centro da cidade, onde você encontra fartas porções de bife à milanesa ou cordeiro a 20 pesos no La Fonda Del Tío (Mitre, 1130, 435011; Cc: A).


PARA QUEM PODE GASTAR MAIS

O Llao Llao (Bustillo, km 25, 44-8530; diárias de US$ 266 a US$ 1 790; Cc: todos), consagrado no circuito de luxury travel, não está mais só na região. A uma hora de carro, a cidadezinha de Villa La Angostura, na outra margem do Lago Nahuel Huapi, conta com os quartos de design moderninho da La Escondida (Bahía Manzano, a 7 km da vila, pela Ruta Nacional 231, 47-5313; diárias de US$ 134 a US$ 254 por pessoa, conforme a temporada; Cc: A, M, V) e uma hosteria associada à rede francesa Relais & Châteaux, a Las Balsas (Bahía Las Balsas, 49-4308; diárias de US$ 330 a US$ 500; Cc: todos) - em reforma até 15 de junho. Bem mais perto das ladeiras do Cerro Catedral, o Arelauquen Golf Club (47-6110; Cc: todos) tem lodge cinco-estrelas com 23 quartos (diárias de US$ 177 a US$ 272) e chalés para até dez pessoas à beira do Lago Gutierrez. Ali também funciona o charmosíssimo restaurante El Refugio (47-6154), com acesso apenas com motos de neve ou a cavalo. No mesmo condomínio, Mariana Muller prepara strudel de cordeiro e receitas afins no Cassis (47-6167). Ernesto, marido da chef, tem sempre ótimas sugestões de harmonização com os mais de 200 rótulos de vinhos argentinos na adega. Um jantar para dois sai por volta de 120 pesos, en efectivo - a casa não aceita cartões de crédito.


DE GRAÇA

Reserve lugar no Snow Tour (42-3776), em que esquiadores conduzem os visitantes pelas melhores pistas e pelos pontos panorâmicos de Cerro Catedral. O passeio não custa nada, mas é necessário comprar o passe diário antes.


UM LUXO

A espera na fila para os lifts (meios de elevação) pode passar de meia hora, mas não para quem compra um passe Gold Catedral ($ 440 por dia, incluindo lifts e aluguel de equipamentos). Ele dá acesso a um lounge privativo na base, onde funcionários providenciam tíquetes, esquis e instrutores enquanto você aguarda em confortáveis sofás.


VIDA NOTURNA

A noite de Bariloche começa tarde, quase de madrugada. As discos da Calle J.M. de Rosas (Cerebro, Roket, Grisu) são o território por excelência dos adolescentes. Se você já passou dos 25, tente o novíssimo Tequila (España, 415, 42-6254), da mesma rede dos badalados clubes de Punta del Este e Buenos Aires.


DICAS

Drible as filas na parte central e suba pela gôndola Amancay até o setor de Punta Princesa, menos concorrido e com bons terrenos para todos os níveis. Como os melhores hotéis ficam afastados do centro, compensa alugar um carro. Um Grand Cherokee com tração 4x4 sai a 2 390 pesos por semana na locadora Taurus (52-9940).


Fonte: viagemeturismo.abril.com.br



PEDALAR OU ESQUIAR??

Bariloche: pedalar ou esquiar?
Certamente você sabe que Bariloche, localizada na Patagônia argentina, oferece uma série de atrativos turísticos, isso devido a estar localizada aos pés da Cordilheira dos Andes. Pois bem, tanto no verão como no inverno, o turista tem a sua disposição infinitas formas de diversão, mas vamos aqui abordar dois dos mais atrativos esportes praticados por lá: esquiar e ou pedalar.

VERÃO
Tanto no Brasil como na Argentina, as estações do ano acontecem na mesma época, sendo que neste último país, as estações do ano são muito mais demarcadas, no verão um calor ameno, no inverno um frio dos diabos.

Então, nesta época, a pedida é a nossa maravilhosa bici. Na região de Bariloche existe uma infinidade de trilhas, montanhas, ou locais impares em que pedalar é um prazer absoluto. -Trepar los cerros- da cordilheira de bike, aliado a um visual de cair o queixo é tudo de bom. No sopé das montanhas, pinheiros milenares; mais acima, terrenos áridos, sem nenhuma vegetação, e ao final do subidão, neve perene. Despencar dos cumes é uma loucura; trilhas e single trakcs alucinantes.

Pelo que saiba, existem duas empresas argentinas que organizam viagens por aquele paraíso, que para a felicidade brasileira, uma delas está conveniada a uma grande empresa nacional que além de prover duas competições de Mountain Bike de maior prestigio, oferece uma série de viagens, e entre as internacionais, Bariloche por 11 dias. Já fiz e, oportunamente, conto como foi. È imperdível; mas, quero mesmo é falar de inverno.


INVERNO

Esquiar ou pedalar? Agora em julho, Bariloche permite as duas, respeitadas algumas regras que te conto a seguir.

No primeiro dia de férias dos bravos professores, cuja profissão pertenço com muito orgulho, embarquei em uma viagem a Bariloche alusiva a formatura dos alunos do segundo grau do colégio em que trabalho, ou seja, eu e mais quarenta jovens cheio de energia, para dar e vender.


"Pedaleando"

Passados os primeiros dias não resisti, aluguei uma bike em uma das lojas locais e enquanto meus alunos abrigavam-se na sede de um Camping dentro de um sitio as margens do lago Gutierrez, eu me esbaldava, pedalando pelo bosque, debaixo de uma chuva fina e uns cinco graus negativos, isso ao lado do -Cerro Catetral-, mais famosa estação de esqui da patagônia argentina. Depois de uns dez quilômetros pedalando a esmo, conferi minha posição em meu GPS e voltei feliz, pedalando, solitário, ao centro de Bariloche.

No entanto, não pensem que tudo foi -de maravilha-, passados os primeiros cem metros, minha mão estava congelada, apesar de minha cara luva de ciclismo. Por sorte, dentro da mochila estava aquele par de luvas social, de pelica, devidamente adquirido em Campos de Jordão e que pouco usara. Ficou meio estranho, mas resolveu a questão. Claro que trouxe do Brasil casco (capacete), chaqueta rompe-viento, etc, ou seja, aqueles itens fundamentais para uma pedalada segura e consciente.


Esquiando

Provavelmente como você, eu nunca havia esquiado, e apesar de meus quase cinqüenta e dois aninhos, não havia ainda sentido uma adrenalina tão grande. Então, como professor, segue aqui algumas dicas de como aventurar-se na neve:

- Numa das diversas estações de esqui de Bariloche alugue roupas e os acessórios necessários, tais como, esqui, bastão, botas.

- No primeiro patamar, já que algumas estações têm vários estágios de subida, encontrás um instrutor que te dará as primeiras noções de como manejar-se com a tralha toda.

- Para subir: como carangueijo: de lado, passo-a-passo; alguns saltos, dicas de como frear, ou seja, pés para dentro, em forma de cunha, e com sorte frearás sem maiores conseqüências.

- Para descer: com o auxilio dos bastões, se necessário, comece a cair, digo descer. Aviso: o esqui ganha velocidade em progressão aritimétrica; em segundos sessenta por hora é pouco. Então, hora de desviar ou arrastar quem esteja pela frente: tombos, atropelões, strikes fazem parte da aventura. A vantagem que a neve é fofa e o perigo é controlado por sua audácia ou bestialidade.

- Para virar à esquerda, gire o pé direito para dentro, em forma de cunha. Para direita, ao contrario. Caso sua velocidade esteja incompatível: sem problemas, tombo cinematográfico, com direito a sair na vídeo-cassetada.

Al final, como he dicho, -pedalear o esquiar? Os dois é claro! Tanto faz, verão ou inverno, guardadas as devidas diferenças climáticas. Portanto meu caro leitor, ou leitora (¡viva las muchachas pedaleantes!), adie a troca do carro, suspenda a reforma no ap., doe o cachorro e parta com tudo que tens de direito rumo a Bariloche. Não importa a estação: garanto-te que será uma viagem de aventura absolutamente ¡inolvidable!

¡Dale que dale!

Arnaldo Mirandola de Farias, o Prof. Arnaldo, que assina esta coluna, é professor universitário de Língua Espanhola, mas na verdade, Ciclista e Competidor (Entusiasta de Fé). Viajou de bicicleta pela Patagônia Argentina e adora participar de todas ciclo viagens em que é convidado. Curte competições de MTB de longa duração. O professor pedala bike Scott LTD, acessórios Fox e tem apoio da Scatt Bikes


www.ativo.com



INFORMAÇÕES SOBRE O PARQUE NACIONAL NAHUEL HUAPI

O Parque Nacional Nahuel Huapi (do araucano Nahuel, que significa tigre e Huapi: ilha) estende ao longo 750,000 hectares (1.875.000 hectares), dos quais 330,000 (825,000 hectares) é uma delas Reserva Nacional. Situado no sudoeste da província de Neuquén e noroeste do Rio Negro, que abrange desde a Patagônia steppes ao elevado Andes. A oeste, o seu maior pico delimitar a fronteira com o Chile. Entre estes está o impressionante Tronador (3554 Mts.) E Campana, Capilla, López e Catedral (entre 1800 e 2400 Mts.). . Entre estes altos picos são vários vales profundos, que permite fácil travessia ao Chile trough passes, como Cardenal Samore, Perez Rosales e Vuriloche. Outra característica interessante é a quantidade de lagos e rios, que devido às abundantes chuvas e ao derretimento da neve e geleiras apressando para baixo ou para o Atlântico ou o Oceano Pacífico. Lago Nahuel Huapi, que abrange uma área de 60,000 hectares (150,000 hectares), e com a profundidade máxima de 464 metros em torno de Puerto Blest, é o mais importante da área, para a qual é preciso acrescentar: Perito Moreno, Gutierrez, Mascardi, Los Moscos, Hess, Fonck, Guillelmo e Steffen lagos

A característica mais importante desta National Park é a sua diversidade de habitats. Tais como os grandes lagos e rios sistema, o sub-Antártida e valdivian frio florestas, a seca steppes, várzea floresta subarbustiva e os altos Andina intervalos que realizam uma interessante flora e fauna nativas. Big florestas de cipreses, ñires, lengas, coihues, notros, guindos, lauras, arrayanes, radales, alerces e maitenes - todas as árvores nativas - no oeste ceder à neneo e os coiron - patagonian gramíneas - que cobrem a paisagem estéril de Patagonian o estepe a leste. A exuberante vegetação da valdivian floresta, em direcção à fronteira com o Chile, é composta de árvores impressionante como coihues, mñiu, laura e alerce, entwined por variedades de lianas, como o pahueldin e pil pil voqui. A cada vez úmido subarbustiva é dominada pelo caña colihue e samambaias. Apesar de mans efeito devastador sobre a natureza, a fauna local é nada menos do que a sua rica flora. A variedade de habitats acolher um número de espécies interessante: ao longo das vias navegáveis, podemos encontrar os nativos.


www.carlosvpatagonia.com.ar



NOVELA SETE PECADOS EM BARILOCHE

Parte do elenco da nova trama de Walcyr Carrasco, "Sete Pecados", esteve em Bariloche, na Argentina, para gravar cenas da novela. Entre os atores escalados, estavam Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Priscila Fantin, Elizabeth Savala, Claudia Jimenez e Erik Marmo.

As gravações foram sinônimo de diversão. O pequeno Pietro, filho de Giovanna Antonelli foi o que mais se divertiu ao lado da mamãe coruja. Os dois aproveitaram e brincaram na neve, alegrando toda a equipe.

Mas na hora de ir embora, neste sábado, 9, ocorreu um pequeno imprevisto.O tempo fechou bastante e a equipe não pôde embarcar. A Globo precisou fretar um avião para trazer atores e produção da nova trama de volta ao Brasil. Eles desembarcaram nesta segunda-feira, 11, no aeroporto internacional do Rio de Janeiro.


ego.globo.com



BARILOCHE NA REVISTA VEJA

Bariloche é noticia em diversas revistas do país. Não poderia ser diferente na revista Veja...


Edição de 22/09/1998
Jornalista Flávia Varella


Durante muito tempo havia tantos brasileiros deslizando (ou se esborrachando) nas pistas de esqui, passeando nos lagos de águas glaciais e comendo javali e fondue nos restaurantes de Bariloche que a cidade argentina ficou conhecida como Brasiloche. O apelido valeu até o início dos anos 90, quando os brasileiros loucos por neve descobriram que as pistas de Las Leñas, também na Argentina, e de Valle Nevado e Chillán, no Chile, eram mais modernas e espaçosas que as de Bariloche. Na virada da década, o número de turistas brasileiros caiu pela metade. Bariloche sentiu o golpe, mas levantou, sacudiu a neve e deu a volta pelo topo. Empresários e prefeitura se uniram e investiram na melhoria dos hotéis e na modernização das pistas. Saíram, então, a campo para divulgar seus feitos aos brasileiros. Suaram o casaco e agora têm resultados a apresentar: nestas férias de inverno, os 32000 brasileiros que visitarão Bariloche correspondem à metade de todos os estrangeiros que passarão por lá e a um terço da população permanente da cidade. Os hotéis estão lotados e praticamente não há lugar nos vôos que partem do Brasil. Os pacotes de uma semana, com passagem aérea e hotel, custam cerca de 1.400 reais.

"Tínhamos abandonado os brasileiros", reconhece Hector Guillermo Barberis, presidente da Câmara de Turismo de Bariloche. "Antes, eles vinham naturalmente. Com a concorrência deixaram de aparecer e nós tivemos de correr atrás." A virada começou em 1991. A recém-criada Emprotur estabeleceu metas e obrigou todos os empresários do setor de turismo a contribuir para os projetos da entidade, com mensalidades de até 100 dólares por mês. "Com o nosso plano, até 1999 pretendemos duplicar o número de visitantes brasileiros", afirma o secretário de Turismo, Angel Rovira Bosch. A verba arrecadada foi usada em publicidade e promoções com agentes de viagens brasileiros e em parcerias com as companhias aéreas. Em 1996 os vôos diretos entre Brasil e Bariloche, na temporada de inverno, eram apenas treze. Neste ano serão 135 — dez vezes mais. No total, incluindo os que fazem escala em Buenos Aires, há 280 vôos partindo de cidades brasileiras para Bariloche nesta temporada.

Novos passeios — Os brasileiros estão preparando luvas e gorros não apenas porque foram fisgados pelos slogans publicitários, mas porque existem novos — e bons — motivos para redescobrir Bariloche. Vários hotéis passaram por reformas e ampliações. O Llao Llao, o mais tradicional, foi comprado pelo superinvestidor húngaro George Soros. Ainda com as charmosas paredes revestidas de madeira de ciprestes, originais da década de 30, quando foi erguido sobre um monte rodeado de lagos e picos nevados, o hotel agora conta com spa e campo de golfe. A diária mais em conta no Llao Llao sai por 155 dólares. A oferta de leitos em Bariloche aumentou 65% nos últimos dez anos, chegando nesta temporada a um total de 25.000. Os argentinos pensaram ainda em ampliar a variedade de atrações para conquistar também aqueles que não pretendem esquiar o dia inteiro, todos os dias. Aos esportes na neve foram acrescidos vôos duplos de paraglider, descida de rios em botes infláveis, trilhas para mountain bike e caminhadas e mais passeios de barco, com novos destinos além da bela Ilha Victoria, com suas lagunas e o famoso bosque de arrayanes, as árvores de tronco cor de canela que teriam inspirado a Disney na ambientação do desenho animado Bambi. Os novos passeios tornaram mais acessíveis as principais riquezas da região: a beleza de suas montanhas, lagos e bosques.

Tudo isso, porém, talvez tivesse passado despercebido, não fossem as mudanças realizadas em Cerro Catedral, a estação de esqui que fica a 20 quilômetros de Bariloche. Em temporadas anteriores, os esquiadores tinham de aguardar em filas de até uma hora para subir ao topo das pistas pelos teleféricos e, pior, dividi-las com os pedestres. Os meios de elevação eram os mesmos desde o final da década de 70. Isso foi espantando os mais aficionados. No ano passado, a Companhia Alta Patagônia comprou a estação e investiu 25 milhões de dólares em sua modernização. Três novas linhas de cadeirinhas suspensas foram montadas, sendo uma delas fechada e com capacidade para seis esquiadores. Os administradores prometem "fila zero" neste ano. A parte da montanha destinada à prática do esqui agora é exclusiva dos esportistas. Quem quiser apenas chafurdar-se na neve macia e branquíssima do alto das montanhas tem de tomar outros caminhos — não menos deslumbrantes, é bom que se diga.

Agora, a estação conta também com sessenta canhões para fabricação artificial de neve. Esses equipamentos prometem resolver um antigo problema de Cerro Catedral, a falta de neve nas partes mais baixas da montanha. "Com os canhões, os esquiadores poderão sempre descer do topo até a base da estação", garante Juan Pablo Reynal, diretor comercial da Companhia Alta Patagônia. Reynal conta que a compra da estação de esqui já foi feita com o objetivo de transformá-la na maior e com a melhor tecnologia da América do Sul, tendo como meta atrair o público brasileiro. "É a nossa clientela com maior capacidade de crescimento", diz. Apenas neste ano, suas equipes de venda fizeram onze visitas ao Brasil para divulgação. "Apresentamos a estação como um novo produto", afirma Reynal, um dos empresários engajados nesse projeto simples, mas levado a sério, que conseguiu reerguer uma cidade turística: oferecer neve a um país tropical.


Fonte: veja.abril.com.br


Edição n°1858, de 16 de junho de 2004
Jornalista Ariel Kostman

Bariloche, no sul do país, é também o destino com preços mais em conta entre as estações de esqui da região - e, por isso mesmo, o mais congestionado de turistas brasileiros. Um pacote com passagem aérea e sete noites de hotel sai por 668 dólares, parcelados. Além das atrações típicas das estações, a cidadezinha tem dois cassinos, uma dezena de discotecas, fábricas de chocolate, restaurantes cinco-estrelas e casas de chá. Entre estas últimas, a Rosellana High Tea Patagonico, aberta neste ano, virou sensação com chás do mundo inteiro selecionados por uma especialista. As opções para a criançada incluem andar de trenós puxados por cães siberianos e passear de teleférico até o cume dos morros Cerro Oto e Cerro Campanário.


Fonte: veja.abril.com.br


Edição de 25/06/97
Jornalista Thomas Traumann

O programa de 15.000 brasileiros neste inverno será acordar cedo, enfrentar temperaturas abaixo de 5 graus negativos e tentar deslizar sobre esquis nas encostas de montanhas cobertas de neve. À noite, freqüentar restaurantes que servem carne de caça, dar uma esticada até uma danceteria ou arriscar a sorte numa mesa de cassino. As 28 estações de esqui da América do Sul oferecem tudo isso e atraem dez vezes mais turistas brasileiros que na década passada. A invasão é tão grande que San Carlos de Bariloche, a principal cidade turística da Argentina no inverno, ganhou até um apelido: Brasiloche. E este será um inverno especial. Promete a desforra nas estações de esqui. No ano passado, o frio foi pouco, quase não nevou em Bariloche e o número de turistas caiu pela metade. Neste ano, a animação é geral. Desde maio neva quase toda semana nessas regiões. Na última quarta-feira, havia mais de 2 metros de neve na estação chilena Valle Nevado -- o nível perfeito para a prática do esqui.

Como não neva no Brasil, a não ser ocasionalmente em cidades serranas do Sul, esquiar era programa de gente endinheirada até que a classe média brasileira começou a viajar mais, de alguns anos para cá. Um pacote na neve, na alta temporada -- da segunda quinzena de julho até a primeira semana de agosto --, custa a partir de 1100 reais, o mesmo que uma semana na Disney. Inclui passagem aérea, hotel, café da manhã, traslados, passeios e, em alguns casos, aulas de esqui. Fora desse período, o preço cai 25%. Além da diversão, o esqui ajuda a manter a silhueta. Uma hora deslizando na neve queima 500 calorias, mais do que três horas de flexões abdominais. Os equipamentos podem ser alugados por 150 dólares semanais. Bariloche é o destino ideal para quem quer ver neve, mas não está seguro de se arriscar sobre um par de esquis. Ao contrário das outras estações, é uma cidade turística bem estruturada, com 180 hotéis e bangalôs, lojas de griffes famosas e restaurantes de boa qualidade. Na alta temporada, há congestionamento de carros europeus e japoneses nas ruas e as danceterias fervem à noite. A estação de esqui mais famosa de Bariloche é Cerro Catedral, a 19 quilômetros do centro. Neste ano, investiu 20 milhões de dólares na compra de novos teleféricos e quarenta canhões que fabricam flocos artificiais de neve. Ali funciona também o primeiro espaço exclusivo para a prática do snowboard, o surfe sobre a neve, que virou mania no mundo todo.


Fonte: veja.abril.com.br



CLIMA / TEMPO BARILOCHE

O clima frio continental prevalecente tem uma marcada estação seca. Os parques temperatura e chuvas variam muito de uma região para outra. De oeste para leste, do Chile para o Rio Limay há uma grande variação na precipitação.

Por outro lado, temperaturas caem drasticamente desde os baixos vales para os picos elevados. Estas diferenças climáticas, somadas à variação de solo, topografia e geomorfologia produzir grandes mudanças na flora e fauna. No inverno a temperatura média é de 2 º C. Verão tem uma temperatura máxima de 27 º C, um mínimo de 9 º C, com uma média de 18 º C. Outono e inverno são as estações chuvosas.

Puerto Blest tem um total de precipitação anual de 3,000 milímetros enquanto Bariloche tem 1,100 mm. Os ventos predominantes provêm do noroeste ou sudoeste, no entanto, no Outono, é frequente a ter ventos secos frio do leste. Verão: quente dias ensolarados, noites frescas e baixa pluviosidade com ventos predominantes do Sudoeste. Devido à latitude torna-se mais escura em 10 PM.


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GASTRONOMIA DE BARILOCHE

Bariloche está preparada para acolher qualquer pessoa interessada no bom comer. Mais de uma centena de casas comendo incluem: restaurantes de cozinha internacional qualidade, churrascos, carnes defumadas casas, massas e pizzas casas, bares e chá Quartos. Os turistas poderão desfrutar dos tradicionais fondues, estimulando goulashes típico e defumados, truta, javalis, cervos e queijo durante suas férias, em qualquer hora do dia.

Bariloche está preparada para acolher qualquer pessoa interessada no bom comer. Mais de uma centena de casas comendo incluem: restaurantes de cozinha internacional qualidade, churrascos, carnes defumadas casas, massas e pizzas casas, bares e chá Quartos. Os turistas poderão desfrutar dos tradicionais fondues, estimulando goulashes típico e defumados, truta, javalis, cervos e queijo durante suas férias, em qualquer hora do dia.


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EVENTOS EMPRESARIAIS EM BARILOCHE

Bariloche tornou-se bastante popular para programadores e formação empresarial, científico e convenções. A sua infra-estrutura turística é colocado a uma boa utilização, receber e organizar esses muitos eventos. Hotéis com grandes salões, a boa organização e treinamento, ter permitido a Bariloche poder acolher com sucesso vários turistas mundial ou latino-americanos importantes. Executivos, profissionais e organizações governamentais encontram em Bariloche a perfeita configuração de todos os tipos ou reunião, atraídos pela beleza da sua envolvente Bariloche e serviços especializados.


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QUE HACER PELA NOCHE EN BARILOCHE

Bariloche têm oito discotecas - alguns com a última luz laser monitor -, vários bares e restaurantes com noite revela oferecem muitos filhos de ritmos para os interessados dançarina. Estes discotecas têm investido fortemente na arquitetura e equipamentos para proporcionar uma fantástica exibição: espelhados dança pisos, mobiliário em madeira, lacustres pontos de vista, diferentes passagens e hidraulicamente elevadas áreas especiais para shows e desfiles. As etapas e dança andares estão equipados com o mais recente sistema de som, luz mostrador digital e efeitos especiais, tais como andar térreo fumo e vídeo imagens projetadas em gigantes. Entre as muitas opções, pode-se ver a laser exibe, têm o concoct um exclusivo bebida ou tem uma meia-refeição.

O local tem quinze Casino Roleta, doze chemin de dinheiro para os quadros e sessenta máquinas. Uma bela arquitetura moderna e pessoal treinado atenção torná-la uma das mais importantes da América do Sul. Vários eventos artísticos e musicais, cinema, shows jantar, piscinas e bares estão disponíveis para desfrutar Bariloche's nunca acaba a vida noturna.


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DICAS QUENTES

Você deve trazer roupas na mala de fácil e útil uso como, casual wear. Todos os quartos são aquecidos.
Para as excursões, recomendamos que você deve usar sapatos com água resistentes "vibram" pé, que são os melhores para trekking, rafting ou cavalo. É melhor que você não traga novos sapatos (a fim de evitar bolhas). Trekking sapatos são a melhor opção para desportos ao ar livre.
Durante todo o ano, há dias tão fria, aconselhamos você a trazer algumas jaquetas de inverno.

Não se esqueça de trazer sua câmera (vídeo ou filmadora) e binocular s bem como no Verão de natação seu desgaste e protetor solar protecção loção. De novembro a março é a época de pesca por isso se você gosta de pescar, não esquecer a sua arte de pesca!

Durante o outono é a perfeita meteorológicas para trekking e para desfrutar da natureza alterando as cores. Os dias são mais curtos e um pouco mais frio. A temperatura fica entre 17 ° C y 2 ° C.

O verão é entre Dezembro e Fevereiro, com longos dias ensolarados, o melhor para desportos ao ar livre, tais como: equitação, trekking, windsurf, canoagem, caiaque, motocrossing, pesca, caça, rafting, etc durante o Verão, há também muitas performance de teatros e concertos. Durante verão, a temperatura fica entre 10 º C a 26 ° C, o clima é muito seco, com um mínimo de umidade.

Durante a primavera os dias são mais agradável e com temperatura. É muito agradável para passeios e tours. Existem várias flores como tulipas e retama. A temperatura é entre 6 º C e 20 º C.

Dizer inverno em Bariloche é para dizer neve. Bariloche é a "capital de esqui na Argentina". Pudemos ver a primeira neve no final de Maio e plenamente cobrindo as montanhas em Julho. Basta ver o que nevou nas montanhas, é show digno de ser vigiados. Então você tem todas os diferentes esportes relacionados com a neve, tais como: esqui alpinio, esqui cross concelho, neve móbiles, dog sledding, etc Os dias são mais curtos e agradáveis embora a temperatura média durante o dia é de cerca de 3 º C e em torno -- 5 ° C à noite.


www.mascardi.com



TEQUILA BARILOCHE NO VERÃO 2008

TEQUILA, o disco mais Cool do verão na patagônica.

Tequila já é um clássico jogada do Verão na Patagônia como em Punta del Este. Tequila Bariloche tem uma proposta mais sofisticada que a Punta del Este. Atua como um dos melhores restaurantes da Patagônia, com a cozinha de Juan Diego Tato, e tem um bar bebidas apenas em Bariloche. O Deco é John Ricci Tequila Bariloche é o lugar ideal para ir comer delícias patagônica com uma impressionante vista para o lago e preparar-se para o pré-dança shows com bandas da Argentina sobre a subir. Will os melhores Dj´s nacionais e locais convidados durante todo o verão.

Tequila Bariloche é um vizinho da Pacha disco e torna-se o lugar ideal para as melhores festas patagônica verão.

O Natal já começou em Tequila, e abrangerá até Março de 2008. Desta vez com uma renovada Deco, um novo menu de pratos deliciosos da patagônica e bar com todas as bebidas, apenas em Bariloche.

Este Verão Tequila é a melhor arte pré-clássico e dança dos feriados "SunDance" em 11 de janeiro e fevereiro 1, com DJ Randall e DJ Residente Marcos Paz.


Tequila Bariloche está localizada na rua Espanha 415 - Tel. 02944 426254


www.inforo.com.ar



DIA DOS NAMORADOS EM BARILOCHE (14/02/2008)

Dois dias de Amor
TEQUILA BARILOCHE
14 e 15!

Uma festa de amor e paixão para o dobro da partida, as noites de 14 e 15 de Fevereiro.
Para o dia mais romântico do ano, Tequila Bariloche prepara uma noite afrodisiaca e sensual. Com uma atmosfera inspirada pela paixão. Em 14 de fevereiro, será especial para todos os amantes da Patagônia.
O chef Diego Soto foi inspirada no amor à concepção de um menu especial para jovens e romântica almas: Bilhetes gourmet pratos requintados e bebidas afrodisíacos. Um show de Flamengo promete aquecer-se na noite anterior a "dança" mais cool-Patagônia com música Dj Marcos Paz.
Os 15 será uma noite especial para aqueles que pretendem viver uma queda no amor e paixão.
Haverá um cardápio de bebidas especialmente inspirada pela paixão, um show de itens acustico mais sexy rocha e ouro brooch, uma festa até a madrugada também por Marcos Paz Dj.


www.inforo.com.ar



TRABALHO VOLUNTÁRIO E PROJETOS EDUCACIONAIS EM BARILOCHE E PATAGÔNIA ARGENTINA

Trabalhos voluntários: Escolas rurais

Tivemos voluntários trabalhando em diversas escolas localizadas em áreas longínquas. Estas têm aulas de setembro a maio porque o clima é muito frio nesses lugares.

Em algumas escolas é possível hospedar-se, em outros casos você vai para a escola de carro todos os dias com o professor.

Algumas das coisas que você pode fazer ê ensinar às crianças computação, inglês ou simplesmente ajudar o professor, porque alguns destes lugares têm um professor só e crianças de diferentes idades aprendendo ao mesmo tempo.


Projetos educacionais

Se você quiser fazer parte de um grupo de professores argentinos, pode participar de qualquer de nossos projetos educacionais em qualquer escola localizada em bairros pobres nos arredores de Bariloche ou em lugares mais distantes. Tivemos voluntários consertando computadores, ajudando aos professores na sala de aula e até ensinando matérias específicas. Alguns voluntários deram aulas particulares num bairro carente a jovens que necessitavam ajuda extra com matérias da escola.


www.lamontana.com



CUIDANDO DOS ANIMAIS ABANDONADOS EM BARILOCHE

Trabalho Voluntario:

Opção 1: Trabalho voluntário no abrigo de animais Patagônia School


Os objetivos da entidade são:

a)Sempre que possível, dar abrigo aos gatos/ cachorros abandonados, perdidos, doentes e machucados.
b)Disponibilizar tratamento veterinário para os gatos/ cachorros doentes e machucados.
c)Encontrar novos lares para os gatos/ cachorros resgatados pelo abrigo.
d)Se possível encontrar um dono especial para os gatos/ cachorros abandonados.
e)Conscientizar os novos donos além de lês ensinar os melhores cuidados com animais de estimação através de educação e conselho.
f)Garantir a higienização de todos os gatos/ cachorros que se encontram no abrigo.
g)Sempre que possível, conforme disponibilidade de ambos, asegurar o registro de todos os gatos/ cachorros presentes no abrigo, assim como os seus novos donos.
h)Sempre que possível, conforme disponibilidade, ajudar no gasto da higienização dos gatos/ cachorros, caso seu dono seja economicamente carente.

Nas ruas de Bariloche podes ver muitos animais abandonados. Os voluntários podem participar de todo o processo desde o recolhimento até a consulta com o veterinário, além de poder se divertir com esses lindos bichinhos.


www.patagoniaschool.com



BARILOCHE É SATISFAÇÃO GARANTIDA, VEJA AQUI!

Relatos de viajantes, veja o que eles tem a dizer desta MARAVILHOSA cidade:

- Agito de inverno (08/02/01) - De: selcorrea


Bariloche é muito linda, onde tudo acontece no inverno. Muito agitada dia e noite, é ideal para quem gosta muito de sair a noite, tem um cassino bem legal com danceteria junto e restaurante bem acolhedores. A abertura oficial da temporada de inverno é inesquecivel, uma grande festa a noite, em Cerro Catedral, com esquiadores carregando tochas e muito chocolate quente com conhaque. De lá é possivel ir de carro até Villa la Angostura, um lugar que parece ter saído de um filme da Disney, de tão lindo! As pistas de esqui não são as melhores da América do Sul, mas no auge da temporada funcionam muito bem e não deixam a desejar. Bariloche é, com certeza, diversão garantida.


- Maravilhosa Bariloche (04/07/03) - De: jackiev


Prós: Tudo

Contras: O frio é de lascar

Uma das cidades mais encantadoras da Argentina. Lá vc não consegue ficar parado nem de dia nem à noite. Se esquiar é seu forte, vale à pena conferir e se não for, não tem importancia. Tem instrutores que te ensinarão. As boates são maravilhosas. As casas de chocolates tambem....É o pecado da gula.....Comida excelente...bom preço Bariloche é a capital jovem, por isto o grande astral da cidade. Confira.


- Diversão e Adrenalina (17/02/03) - De: cyrus


Prós: Diversão

Contras: Vento

Bariloche é uma cidade onde tem diversão durante 24 h do dia. Cada tribo escolhe seu horário,entretanto, o bom mesmo é na temporada da neve, do final de junho até início de setembro. Aí você tem que incorporá o espírito de esquiador e aproveitar o que tem de melhor naquele destino. Acordar cedo, às 7 h ainda escuro, colocar sua roupa de esquiar, tomar um café reforçado e subir para as montanhas, mais conhecidas como Cerro Catedral, no caminho começa a clariar e você vê que vai ser um dia de sol, sensação que as palavras são impossíveis de descrever e como se experimentasse a verdadeira sensação de felicidade, felicidade que está apenas começando, já que as primeiras horas da manhã a neve brilha como diamante e a textura é.... sei lá, como açucar cristal. É todo um dia dedicado ao puro prazer, onde os serviços, a gastronomia, o visual das pessoas e o deslumbrante panorama formam tudo de bom que Bariloche tem a oferecer. E ao final, retorna-se para o hotel, cansado, mais muito cansado, mais com a sensação de que realmente vale a pena viver porque a felicidade existe.

Tipo de Viagem: Lazer

Duração da Viagem: Duas Semanas

Época em que Foi: Inverno

Hospitalidade: Muito Boa

Gastronomia: Muito Boa

Custo da Viagem: Razoável


- Cidade Aconchegante! (14/03/02) - De: fsallesbr


Prós: Tudo!!!

Contras: Frio

Passar dias em Bariloche foi a melhor coisa da minha viagem para a Argentina e Chile!
Fiz diversos amigos, fui a lugares lindos, aprendi a esquiar (Tudo de bom!) e, apesar do frio que estava em Setembro/2001 foi onde vi nevar pela primeira vez... Até samba vi na rua principal tocar no primeiro dia que cheguei! Foi tudo de bom conhecer Bariloche!!!
Comi carne de javali com creme de framboesa e purê de maça no restaurante da Familia Weiss que foi inexplicável de tão bom... humm dá até saudades!!!

Tipo de Viagem: Lazer

Duração da Viagem: Um Mês

Época em que Foi: Primavera

Hospitalidade: Muito Boa

Gastronomia: Muito Boa

Vida Noturna: Muito Boa

Custo da Viagem: Alto


- Uma cidade de contos de fadas (09/01/01) - De: PRGAG


Bariloche é uma cidade pequena localizada na Patagonia Argentina. Uma cidade onde todas as pessoas são extremamente amáveis, eduacadas e amigas. Repleta de lugares lindos Bariloche é pra mim, sem dúvida, a cidade mais bela que conheço, a neve nos telhados os formatos das casas, o tamanho, a limpeza das ruas, e o chique das pessoas fazem dessa cidade um lugar muito parecido com aqueles descritos em contos de fadas. Na realidade passei apenas por um aperto, quando a visitei. A comida não é lá grandes coisas, mas esse problema foi sanado assim que descobrimos um restaurante de comida brasileira.


- Paisagens inesquesíveis!!! (11/12/00) - De: poliana


Essa é uma ótima opção de viagem para quem curte o show que a natureza é capaz de nos dar .Fui para Bariloche sem grandes expectativas mas me surpreendi . É uma cidade simples mas muito aconchegante , mesmo na alta temporada (julho)que foi a época em que estive por lá ,fui muito bem atendida , sem passar por nenhum transtorno devido ao elevado numero de turistas.Logo na chegada passei por uma divertida experiencia , após a aterrisagem ,enquanto esperavamos dentro do avião para podermos desembarcar me senti em pleno alto mar , o avião balançava pra caramba por causa do vento ,nunca tinha sentido isso antes e confesso que por alguns instantes cheguei a me assustar,mas depois todos entraram na brincadiera , inclusive os funcionários do aeroporto se divertiam com a nossa difilculdade de andar por causa dos fortes ventos .Fiquei hospedada num hotel muito simple já que resolvemos ir de ultima hora , mas não me arrependo pois teve suas vantagens já que o mesmo é bem melhor localizado que os bons hotéis.Quem for a Bariloche além de todas as atrações que uma estação de esqui proporciona não pode deixar de ir nas Boates, são simplesmente uma atração a parte ......muito boas e divertidas, diria até muito melhores que muitas boates famosas aqui no Brasil.Um ponto importante a se ressaltar é que Bariloche é o paraíso do chocolate , mas não das compras já que as coisas por lá (em dolar)são caríssimas .Acho essa uma ótima opção de viagem para quem está afim de pegar muito frio , comer muito chocolate, esquiar e se divertir na noite argentina além disso desfrutando de uma paisagem que é de arrasar.O único porém é que se formos analisar em termos de estrutura como conservação, e modernidade das instalações da estação de esqui , vamos nos lembrar que infelizmente não estamos no primeiro mundo , mas também não é nada que tire os pontos positivos do lugar e que faz valer a pena dar um pulinho até lá!


www.ivox.com.br



NOTÍCIAS SOBRE OS ÍNDIOS MAPUCHES

Índios Mapuches protestam ocupando consulado chileno em Bariloche:

Cerca de vinte índios da tribo Mapuche ocuparam hoje o consulado chileno na cidade argentina de Bariloche para pedir a liberdade de quatro indígenas condenados no Chile sob a lei anti-terrorista e que já estão em greve de fome há 51 dias.


Leia abaixo o texto:

Fontes do consulado chileno em Bariloche, cidade turística que fica a 1.350 quilômetros de Buenos Aires, disseram à EFE que a invasão da legação diplomática é "pacífica" e que está sendo realizada uma negociação para que os Mapuches desistam da ação.

Os índios argentinos rejeitam a prisão, no Chile, de Juan Marileo, Juan Carlos Huenulao, Florencio Marileo e Patricia Troncoso, que começaram, em 13 de março, um jejum para pedir que seja revisada uma decisão judicial que em 2005 os condenou a dez anos de prisão, em aplicação da legislação anti-terrorista.

Os quatro líderes de comunidades Mapuches da cidade de Ercilla, a 560 quilômetros de Santiago, na região da Araucanía, foram condenados pelo incêndio de cerca de cem hectares de pinheiros pertencentes à empresa Florestal Mininco.

A decisão judicial também estabelece que os acusados devem indenizar a empresa com o pagamento de 423 milhões de pesos (US$ 821.000).

Além disso, os protestantes reivindicam o fim da aplicação da lei anti-terrorista, em vigência no Chile desde a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

Sem identificar-se, um dos Mapuches disse à imprensa local que o protesto continuará até que o Governo chileno liberte seus companheiros.

"A solidariedade com os Mapuches detidos se dá em todo mundo, mas o Governo (chileno) não reage", declarou.

"Agora os irmãos estão prestes a perder suas vidas e a indiferença continua", disse, ao fazer alusão ao fato de que os índios que estão em greve de fome deveriam ter sido transferidos há dois dias para um hospital por causa do seu delicado estado de saúde.

Outro dos líderes da ação declarou que "com a lei anti-terrorista, o Governo chileno não faz nada além do que criminalizar a reivindicação Mapuche e, em plena democracia, viola os direitos humanos".

Os Mapuches se reuniram hoje com o cônsul do Chile em Bariloche, Francisco Cruz Pacheco, para explicar as razões da medida.

Sem nenhum tipo de agressão, os índios das comunidades Pillán Mahuiza e Paichil Antriao, do sul da Argentina, ocuparam a recepção do consulado, situado no centro de Bariloche, levando bandeiras e instrumentos tradicionais da cultura Mapuche.


ultimosegundo.ig.com.br



BARILOCHE RECEBE SEMANA DE SKI GLS

Bariloche terá semana de esqui gay em agosto


25/07/2007: De 11 a 18 de agosto, Bariloche, uma das mais populares estações de esqui entre os brasileiros, realiza a primeira edição de sua Gay Ski Week, dedicada ao público GLS.

A agência de viagens G Travel Online, especializada em roteiros para o público gay, já tem um pacote especialmente criado para quem deseja participar do evento. A programação incluirá passeios, tendo as incríveis paisagens da cidade como pano de fundo, além de aulas de esqui, festas e jantares. Isso sem falar que será possível experimentar o que há de melhor na culinária da região da Patagônia.

A operadora afirma que a seleção de hotéis incluídos no pacote procura atender o público com o qual trabalha.

Os pacotes custam a partir de U$ 1.226, por pessoa em apartamento duplo, incluindo passagens aéreas a partir de São Paulo, traslados, sete noites de hospedagem com café da manhã, passeios, aulas de esqui, seis dias de aluguel de roupa para neve, drinque de boas-vindas e jantar. Também haverá saídas a partir de Porto Alegre e Brasília.


Serviço:

Mais informações podem ser obtidas com a agência G Travel Online, da revista GMagazine, pelo site da agência: www.gtravelonline.com.br. Tel: (11) 2175.2949 / (61) 3326.2006.


Da Agência O Globo
pernambuco.com

www.athosgls.com.br



HISTÓRIAS PARA RIR - BARILOCHE

Taxista doidão em Bariloche
14/11/2002


Era madrugada fria em Bariloche, imagino que umas cinco ou seis e pouco, e acordávamos após uma leve noite de farras e despedidas do pessoal do albergue "Perikos!", muito simpático por sinal. Bariloche é muito legal, mas é necessário muito, mas muito dinheiro mesmo pra curtir de maneira plena por lá, e olha que não era alta temporada!! No entanto, é um local pra se conhecer por muito tempo, e uma semana é insuficiente pra isto! É lago pra dar e vender, paisagens de sonho, ilhas encravadas em lagoas esmeralda e cor turquesa, montanhas para desbravar e acampar que não acabam mais, etc. Tudo isso dentro de um cenário natural dos mais belos possíveis, que até serviu de inspiração para as florestas do desenho Bambi, de Walt Diney. Tanto é que camping lá é estilo de vida!

Nos disseram que, por não haver muitas opções de vida boêmia - e não há mesmo, são raras as danceterias, boates e barzinhos como os daqui - a juventude lá curte mesmo é fazer trilhas e acampar, e sempre há sítios novos a se descobrirem. Felizmente fizéramos o básico, que realmente nos interessara. Porém, se dependesse de mim, ficava mais um pouco pra desbravar mais e mais trilhas naquele local aprazível, porém caro e de frio desgraçado!! O pessoal do albergue é bem descolado, descontraído e realmente te faz ficar bem à vontade lá!

Pois bem, acordamos cedinho e tínhamos que arrumar rapidamente nossas coisas, pois estaríamos saindo de Bariloche rumo ao Chile, e tínhamos que chegar a tempo no terminal para não perder o ônibus às 7, que iria cruzar a Cordilheira dos Andes!

Acontece, porém, que ao levantar não havia luz alguma e, estranhamente, não havia energia! Chovia razoavelmente lá fora - felizmente não estava nevando, seria pior - e o albergue estava completamente imerso na escuridão. Imaginei que fosse em função da chuva, mas era difícil crer que uma simples chuvinha fosse "empacar" a rede de Bariloche tão facilmente, afinal, Bariloche é Bariloche!! Devem haver geradores reservas pra manter toda essa infra-estrutura que é totalmente voltada para o turismo funcionando! Não era o caso... E olha que a infra-estrutura do albergue era exemplar, com uma boa dose de calefação e todas as regalias imagináveis!

Bem, acontece que a falta de energia nos obrigou a fazer tudo às escuras e, felizmente, eu tinha uma velinha que quebrou temporariamente nosso galho. Mesmo assim foi dureza arrumar nossas mochilas, ir ao banheiro, tomar um café e mastigar algo naquele "bréu" todo, já que éramos as únicas almas vivas naquela madrugada, que se anunciava fria e preguiçosa. Terminado o sadio ritual do café-da-manhã ficamos esperando na entrada o táxi (ou remisse, como os argentinos chamam) que no dia anterior reservamos pra que nos levasse ao terminal, distante alguns quilômetros. A chuva caía insistentemente e rapidamente o táxi chegou. Colocamos a bagagem atrás e entramos no veículo. Eu sentei ao lado do motorista; minha colega, atrás.

De repente, notamos que a luz retornava às ruas, menos mal. Logo a seguir o silêncio parecia ser nossa companhia até o final do percurso, visto que o taxista não tinha cara de ser comunicativo ou algo que o valha. Pra quebrar um pouco o gelo - que já bastava do tempo propriamente dito - puxei conversa com o cara. Não sei se disse as palavras certas ou não, apenas sei que destravei o cara a tal ponto que ele desandou numa conversinha pra lá de esquisita. Se me recordo bem, merece até transcrição, e foi mais ou menos assim:


- Chuvinha chata esta, não? Provocou até queda de energia... - falei, bem sossegado.
- Pois é, isso sempre ocorre quando os UFOS passam por aqui... - respondeu o motorista, naturalmente.
Imaginei ter escutado mal, razão pela qual procurei me convencer de que tinha de fato ouvido isso.
- O quê????
- Sim, os UFOS!! Foram eles que deixaram a cidade escura! Eles sempre passam por aqui! - falou o cara, já se animando.
- Tá brincando!!! Sério? - falei, demonstrando interesse.
- Sim, eles sempre passam por aqui; às vezes tem contato com as pessoas!!
- Como o senhor sabe disso? - perguntei, forçadamente desconfiado.
- Oras, eu mesmo já vi um montão em tal e tal local! - respondeu, convicto.
- Mas como o senhor sabe que são UFOS? Podem ser qualquer coisa... - indaguei, tentando encurralar o doido.
- Por que o Benitez me incumbiu da função de ficar de olho nos avistamentos daqui, que são freqüentes, porém nunca divulgados!


Pronto, por mim já não havia necessidade de ouvir mais nada; mas acredite ou não, se não era séria, a conversa estava muito divertida. Até ali tudo até que tinha sua parcela de credibilidade, mas na hora que o cara se coloca como "serviçal-olheiro" do J.J. Benitez, autor do best-seller "Operação Cavalo de Tróia", a coisa já parece estar saindo dos trilhos.

Tínhamos pego o táxi logo com um biruta digno de figurar no seriado "Arquivo X", doidinho, doidinho. Felizmente a neurose dele era inofensiva e muito divertida. Minha colega, que acordara de mau humor - pra variar - já esboçava um interesse pela prosa e desferia uma discreta risada de deboche, no banco detrás do táxi.


- Jorge, não entendo muito bem o espanhol, mas o que ele tá falando é isso mesmo que eu tô pensando? - cochichou ela, curiosa.
- ÉÉÉÉ!! - respondi, segurando o riso.
- Ahhh, seiiiii... - falou ela, sorrindo maliciosamente.


Logo, o motorista, que até então estava tão silencioso, começa a falar pelos cotovelos, entusiasmadíssimo. Muitas vezes ele até ficava falando diretamente pra nós, nem prestando atenção na rua pela qual dirigia, embora estivesse deserta naquelas horas. A viajem de táxi, que prometia ser sacal e entediante, estava sendo uma doideira só!! Minha colega me olhava sarcasticamente e vez por outra dirigia alguma pergunta ao cara.


- Sim, o Benitez tem olheiros pelo mundo todo!! Eu sou um dos de Bariloche!! - reiterava o cara, orgulhoso.
- Mas olheiro pra quê? - perguntei, dando mais corda ao homem.
- Pra fazer uma classificação dos avistamentos e dos seres!! Há tempos que avistamentos e abduções ocorrem aqui!!
- Ah, é??? - perguntei.
- Sim, pois tem os UFOS bons e os UFOS maus... - falou o cara, com toda a convicção do mundo, só faltando jurar de pé junto.
- Bons e maus... - pensei, tentando assimilar essa informação.


Nem havia notado, mas já era final de viajem. Chegáramos à rodoviária. Por incrível que pareça, queríamos ficar batendo papo com o cara por mais e mais tempo. Era conversa pra noite toda e fluía tão naturalmente como surgira. Sem dúvida, esse cara tinha ainda muito mais coisa pra contar. Nos despedimos e nos encaminhamos ao ônibus que nos levaria ao outro lado da Cordilheira.

A chuva nos dava uma trégua permanente. Minha colega alentou a possibilidade de que talvez o taxista tivesse "tirando uma" da gente. Pode ser, mas via difícil. Só sei que, quando menos se espera, se encontra os tipos mais estranhos possíveis, e figurinhas carimbadas desse tipo não se limitam somente ao nosso Brasilzão; podem sim, ser encontradas nos nossos países "hermanos tambien"!

A tempestade de neve que nos aguardava na Cordilheira era brava, mas era nossa menor preocupação; quem sabe, preocupação mesmo fosse uma eventual possibilidade de abdução pelos UFOS maus, não?


Autor: Jorge Sepulveda.
E-mail: jorge_beer@hotmail.com
Cidade/UF: Bariloche


www.trilhaseaventuras.com.br



3° ETAPA DO CAMPEONATO MUNDIAL DE CROSS - COUNTRY TEM ÍNICIO EM BARILOCHE

Por Rodrigo Favoretto / Thalita Nadry
27/08/07-19:35
A 3a etapa do Campeonato Mundial de Cross-Country sai de Bariloche na Argentina e chega em Iquique no Chile


O piloto brasileiro Paulo Nobre, o Palmeirinha (Itaú Private Bank) já está na Argentina, onde se prepara para o início da 3ª etapa do Campeonato Mundial de Rali Cross Country, o Por Las Pampas Rally, nesta terça-feira (28/08). Depois de conquistar o 3º lugar no Rally dos Sertões há cerca de dez dias, o brasileiro quer dar seqüência aos bons resultados e assim marcar pontos novamente no Campeonato Mundial. A dupla conquistou o 3º lugar no Rally da Africa do Sul.

Palmeirinha irá utilizar o mesmo carro que competiu no Sertões, uma BMW X3, mais uma vez tendo ao seu lado o navegador português Filipe Palmeiro. "Nem deu tempo para curtir, ou lamentar, o Sertões e já estamos na Argentina para mais uma etapa do Mundial de Cross Country. Ano passado, estivemos aqui e lembro que as especiais eram abertas e a planilha bem "meia boca". Capotei o carro depois de uma vala enorme super mal planilhada. Esse ano, já com mais experiência e andando na equipe da BMW a historia será diferente. Com muita cabeça, vamos conter a ansiedade do início para, quem sabe, dar trabalho ao Luc durante a prova" comentou Palmeirinha se referindo ao piloto oficial da Mitsubishi, o francês Luc Alfand, vencedor do Dakar e do próprio Por Las Pampas Rally em 2006.

Serão nove dias de prova, com o encerramento ocorrendo no dia 5 de setembro em Iquique, no Chile, quando terão sido percorridos mais de 4.100 km de prova, sendo 2.315 apenas de trechos cronometrados. "Está um frio do diacho aqui! Sete graus e chovendo em Buenos Aires e 3 graus e nevando em Bariloche, ninguém merece!", disse Nobre. A prova desse ano larga de Bariloche na Argentina, mas não será realizada nenhuma especial no país, já que no primeiro deslocamento os competidores entram no Chile, onde ocorrerão todos os trechos cronometrados.

O piloto, que embarcou no domingo para a Argentina, não esqueceu do aniversário da Sociedade Esportiva Palmeiras, comemorado no mesmo dia. "Neste domingo meu querido Palmeiras completou 93 anos! E com uma importantíssima vitória sobre o Figueira estamos mais do que vivos no "brasileirão". Parabéns Palmeiras e todo o elenco!", disse o piloto palmeirense de coração, que estava ansioso de não poder ir a Florianópolis acompanhar seu time no jogo desse domingo e ficou muito satisfeito com a vitória, fundamental para a pretensão do clube em vencer mais uma edição do Campeonato Brasileiro de Futebol.

A lista de inscritos da 3ª etapa do Campeonato Mundial de Rally Cross Country, além de Palmeirinha com o carro nº 102, aponta mais três brasileiros inscritos. Entre os carros, com o Chevrolet nº 108 aparece o organizador do Rally dos Sertões, Marcos Ermirio de Moraes. Entre as motos, o Brasil será representado por Jean Azevedo (nº 8) e por Rodolpho Mattheis (nº 17), filho do chefe da equipe Medley de Stock Car V8, Andreas Mattheis.

A primeira etapa do Por Las Pampas Rally será realizada nesta terça-feira, confira os detalhes:
28 de agosto - Bariloche/Argentina a Valdivia/Chile
Total: 481 km
Deslocamento inicial: 279 km
Trecho cronometrado: 182 km
Deslocamento final: 20 km


www.karting.com.br



GLOBAIS PASSEIAM EM BARILOCHE

A revista "Caras" dessa semana mostra o passeio de Marcos Paulo com a filha Giulia em Arelauquen, Bariloche. "Tenho voz ativa, mas às vezes Giulia manda em mim", derreteu-se Marcos, pai também de Vanessa, da relação com a modelo italiana Tina Serina, e de Mariana, com a atriz Renata Sorrah.

Essa é a segunda viagem à neve com a caçula. A primeira foi há dois anos.

"Fizemos boneco de neve, brincamos em uma casinha de madeira que parecia de duendes e até esquibunda nós fizemos", disse o diretor, que continua solteiro.


ego.globo.com



OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO EM BARILOCHE

Promovem o trabalho de pavimentação em Passagem Gutierrez

Na sexta-feira, o prefeito visitou interino trabalho e falou com os técnicos da empresa que executa o trabalho.


Barriga na sexta-feira, visitou a área onde a empresa está implementando Codistel os trabalhos de pavimentação da rua Passagem Gutierrez, que trabalha com a Diagonal aderir à rotunda rota Gutierrez e 40 S.

Acompanhado do secretário de Governo, Adolfo Fourés e pelas Obras Públicas e Serviços, Carlos Valeri, Barriga supervisionou as tarefas que está a ser efetuada pela empresa, manifestando acordo com o andamento do mesmo.

A empresa começou a trabalhar como na semana anterior, iniciando-se com o site da rotunda com o levantamento de todo o pavimento flexível, que tinham um avançado estado de degradação.

Atualmente, uma das mãos da pista não é pavimento, enquanto que esta semana está agendada para a extração de material proveniente da esquerda.

Como indicado através de um funcionário gacetilla Barriga reconheceu a implantação de grandes caminhões e máquinas rodoviárias que é gerado pelo trabalho, que procurou a motoristas e pedestres que são desculpas por qualquer inconveniente causado, mas a mesma "resultará em benefícios para todos".

O Deliberando prefeito disse que "há muito tempo que tínhamos planejado para reparar esta estrada, que é uma das receitas para a cidade e que o intenso tráfego foi deteriorando, com potholes e sectores que estavam praticamente intransitáveis".


Brown

Barriga, em seguida, visitou a Brown Street, onde sob o mesmo programa financiado pelos Nação já preparou vários blocos entre Onelli e Passagem Gutierrez. Um dos blocos, que é um material de construção, apesar de ele não foi reparada haverá pavimento flexível, porque é um local de grande tráfego de caminhões e veículos pesados e de carga.

Essas tarefas serão realizadas mais tarde, mas como paliativo bachearán ser flexível com estes (quente) 100 metros, porque esse bloco também características avançado estado de deterioração.

"Queremos trazer tranqüilidade para as pessoas a passar por Brown, especialmente o bloco que foi pavimentado porque ainda não esquecemos reparadas, mas estamos a trabalhar plano de fundo para este bloco, a fim de evitar ter de repará-lo em Poucos dias depois novamente", disse Barriga.


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AVENTURAS COM A RENATA FALZONI COMEÇA O ANO EM BARILOCHE

Aventuras com a Renata Falzoni começa o ano em Bariloche
07/02/06 - 10h08


Amanhã (8), às 22 horas, o programa Aventuras com a Renata Falzoni, exbido pela Espn Brasil mostra uma expedição à Bariloche, na Argentina, com os vencedores da promoção "Estrada Radical". A jornalista e videoreporter Renata Falzoni apresenta um rafting no Rio Manso.

Com corredeiras de nível 2 e 3 e águas geladas, o rio oferece uma linda paisagem para as montanhas nevadas da região. Na sequência, a equipe parte para um pedal de mountain bike em torno do Lago Moreno, com suas águas cristalinas, e passa pela trilha Gutierrez, que leva até a cachoeira dos Doendes. O percurso revela muito sobre a fauna e a flora locais.

Falzoni e sua equipe fazem ainda um passeio de 12 km em caiaques infláveis pelo Rio Lime e uma visita a um museu da colonização suíça na Argentina. Quinzenal, o programa traz imagens e cenários incríveis sobre esportes de aventura e ação, e ecoturismo.


webventure.lancenet.com.br



EQUIPE DE GR VAI A BARILOCHE

Na Argentina, equipe da UNIPAR participa de um torneio internacional. E a técnica, professora Ligia Gonçalves, atuará na arbitragem das competições, que terão atletas também do Chile, México, EUA, Canadá, Rússia e Bolívia


A equipe de ginástica rítmica da Universidade Paranaense - UNIPAR viajou na madrugada desta terça-feira para Bariloche, na Argentina, onde irá participar, de quinta a terça da semana que vem, do Torneo Internacional de Clubes de Gimnasia Ritmica. As umuaramenses participarão das disputas com a equipe juvenil, com garotas de 13 a 15 anos.

Além das meninas de Umuarama e de outras cidades de alto rendimento no Paraná, outras atletas do país estarão representando o Brasil na competição. O torneio ainda contará com ginastas da Argentina, Chile, México, EUA, Canadá, Rússia e Bolívia.

De acordo com a professora Lígia Gonçalves, técnica da equipe da UNIPAR desde 2001, o torneio terá um nível muito alto e contará com atletas de renome em todo o mundo. "É um torneio internacional e as equipes levarão o que há de melhor em suas equipes", confirmou.

Ela viaja junto com as meninas. Por ter prevet internacional, também atuará como árbitra na competição. Também acompanha a equipe a auxiliar Caroline Lueders, que ficará como técnica da equipe, composta pelas ginastas Ana Paula Alencar, 15 anos, Francianny Amaral (14), Caroline Santos (14), Mônica Martins(13), Kamila Campos (13) e Aryane Rossa (12).

"Temos aqui atletas campeãs em diversas categorias em competições nacionais", salienta a treinadora que trabalha com cerca de 150 crianças no projeto ‘Oficina da Ginástica, mantido pelo PILEU (Programa Institucional de Lazer e Esportes Universitários) e o curso de Educação Física.

Para viajar até a Argentina, a equipe contou com o apoio da Associação de Ginástica Rítmica de Umuarama. Segundo a treinadora, todos foram confiantes.

Depois deste grande compromisso, virá outro. A equipe da UNIPAR está se preparando para receber de 1 a 4 de novembro, equipes de todo o Estado para o Campeonato Paranaense de Ginástica Rítmica, que será realizado no Ginásio de Esportes do Campus Tiradentes da UNIPAR.


Os destaques de Umuarama

Entre os destaques de Umuarama está Kamila Campos, tetracampeã brasileira na categoria conjunto; Ana Paula Alencar é bicampeã brasileira juvenil e no individual; Mônica Martins é tricampeã individual infantil; Caroline Santos foi a campeã umuaramense nos Jogos da Juventude de 2006, em Pato Branco e Mônica Martins ficou em 2º lugar.

Matéria e fotos cedidas pelo jornal ‘Umuarama Ilustrado' Reeditada pela AI-UNIPAR


Publicada em 09/10/07, às 11h20min


www.unipar.br



CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BARILOCHE SOBRE AS ÁREAS PROTEGIDAS

Debatem no Congresso Latino-americano de Bariloche sobre as Áreas Protegidas - Portal Paraguaio de Notícias - Paraguai - 09-2007 A Fundação para o Desenvolvimento do Chaco - DeSdelChaco, com apoio da Agência do Governo dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e da AVINA, participa do Segundo Congresso Latino-americano de Parques nacionais e outras Áreas Protegidas, inaugurado no domingo, dia 30 de setembro, em San Carlos de Bariloche, com a presença de mais de 1.500 representantes de organismos públicos, privados, ONGs e membros de organizações indígenas. Analisará estratégias de conservação e o desenvolvimento regional.

Participan de este evento, Ministros del Ambiente, guardaparques, funcionarios de los distintos gobiernos participantes, organizaciones no gubernamentales, organizaciones ambientalistas, e investigadores, que colmaron las instalaciones del Gimnasio Pedro Estremador, de la ciudad de Bariloche.

La comitiva paraguaya está conformada por más de 25 personas, y está encabezada por el Ministro del Ambiente, el Director de Conservación de la Biodiversidad, el Jefe de Áreas Protegidas, Guardaparques y técnicos de la SEAM, representantes de Organizaciones No Gubernamentales entre los que se encuentra la Coordinadora de Conservación de Biodiversidad de la Fundación DeSdelChaco, Propietarios de Reservas Naturales, y representantes de la Entidad Binacional Yacyretá

El Congreso es auspiciado por la Unión Mundial para la Conservación (UICN), Red Parques, la Comisión Mundial de Áreas Protegidas (CMAP), el Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente y la FAO, entre otros organismos.

El congreso es presidido por el titular de la Administración de Parques Nacionales de Argentina, Héctor Espina, y cuenta con la participación de destacados especialistas y representantes de toda región.

Las jornadas comenzaron con un diagnóstico del estado de la situación de los parques y sitios protegidos de Latinoamérica y el Caribe, que será trabajado a lo largo de la semana y dará lugar a la "Declaración de Bariloche" al término del encuentro.

Uno de los objetivos principales de este segundo congreso es evaluar la contribución real de los parques nacionales y otras áreas protegidas en el cuidado de la biodiversidad y promoción del desarrollo sostenible frente a las estrategias de alivio de la pobreza y los procesos de integración de América Latina.


Autor: Karin Saleb


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ECOADVENTURE EM BARILOCHE

Alunos da Faap competem o Ecoadventure em Bariloche
28/04/06 - 11h44

Ecoadventure é considerada uma prova para amadores


Começa a 11ª edição do Ecoadventure, corrida de aventura exclusiva para alunos da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). A disputa acontece nos arredores de Bariloche, na Argentina, e vai até segunda-feira, 1° de maio.

No total, 108 atletas partiram para a Argentina, divididos em 27 equipes, e irão competir em provas de de mountain bike, técnicas verticais, canoagem, trekking, orientação e ride'n run. Pela primeira vez o Ecoadventure acontece fora do Brasil.

"O relevo montanhoso de Bariloche confere à prova um grau de dificuldade maior, além, é claro, da temperatura baixa, que representa mais um desafio aos atletas", comentou Adriana Ozzetti, organizadora da competição.

O Ecoadventure de Bariloche terá 60 quilômetros de extensão, menos que as outras edições, por causa das condições climáticas. "Trata-se de uma competição para amadores, em que é preciso apenas ter condicionamento físico e força de vontade para participar", explicou Ozzetti.


www.zone.com.br



MERGULHO EM BARILOCHE

O mergulho acontecem em águas cristalinas, com trajes de mergulho e ar comprimido. Para quem quiser aprender a mergulhar em Bariloche, há escolas especializadas em cursos para turistas e todos os instrutores são profissionais e possuem autorização da prefeitura para ministrar a atividade. Os roteiros que duram o dia inteiro ocorrem em Puerto Venado, Arroyo La Angostura, Villa Traful, Muelle Viejo, Lago Moreno e rio Limay. Também ao meio-dia na Isla de las Gallinas e de noite (para mergulhadores especializados) na Isla Victoria/Naufragio San Miguel e no Lago Traful/Bosque Sumergido.


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RELATOS DA VIAGEM - CACTOS

Bariloche - Argentina


Na época, outubro de 1981, numa fase de grande repressão militar, a Argentina estava dominada por truculenta ditadura (1976-1983) que não permitia, principalmente, muita movimentação de estrangeiros em seu território. A imprensa era mantida sob severa censura, e assim, ao desembarcamos com nosso equipamento de filmagem nos tornamos o alvo de todas as atenções dos agentes de segurança.

O momento na Argentina era de grande cautela exigindo de nós cuidados redobrados nos contatos e comentários. Não era para menos, pois por qualquer motivo fútil, os militares assassinavam seus compatriotas, deixando os argentinos numa situação de grande incerteza e insegurança. Estima-se que durante aquela ditadura, os carrascos militares seqüestraram e torturaram cerca de 30.000 argentinos (e estrangeiros que viviam no País), e destes, aproximadamente 9.000 foram assassinados ou continuam "desaparecidos".

Ainda no aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, nós fomos levados a uma sala para interrogatórios e após uma bateria de perguntas fomos liberados para nossas filmagens.

Já em Bariloche, nós contratamos dois atores argentinos e algumas crianças para atuarem no nosso comercial e, como aquele era justamente o segmento intelectual mais vigiado e temido pelos militares, nós e os atores ficamos sendo observados e praticamente isolados entre a cidade de Bariloche e a estação de Ski do Cerro Catedral. Era início de temporada na região e os hotéis ainda não estavam lotados, mas já havia alguns turistas.

Em companhia dos atores, circulamos pelas geladas lojas de artesanatos em busca de artigos para alugar, como botas térmicas, luvas e casacos para nos proteger do frio da neve no Cerro Catedral.

Enquanto a gente tomava chocolate quente, dava para perceber que estávamos sendo observados, à distância, por agentes de segurança (em geral usavam óculos e vestiam grossos agasalhos). Inclusive, no outro dia, ao chegarmos ao Cerro Catedral para as filmagens, um homem apresentou-se como guia, dizendo ser funcionário da empresa que explorava a estação de Ski e que sua função era prestar ajudar aos turistas. Tudo bem! Tomamos o teleférico que nos conduziu ao topo congelado da montanha, onde montamos nosso set de filmagens.

Muito prestativo, o dito cujo nos ajudou com os equipamentos e, durante a maior parte das filmagens, permaneceu por perto nos observando. Pelas circunstancias, acreditamos que aquele desconhecido era também um agente da ditadura. Naquela noite no restaurante, consultando o cardápio não encontramos referências às carnes bovinas, tão famosas na Argentina. Fomos então informados pelo garçom, que naquele momento, só era permitido aos argentinos consumirem carne bovina aos domingos e, como era sexta-feira, não constava carne de vaca no cardápio. "Tenemos las truchas, el ciervo, el cordero y el jabalí, excelentes carnes acompañadas con ensaladas de vegetales frescos cultivados en la región. Vaca se come en Buenos Aires". - Complementou o garçom explicando que o excedente da carne era destinada às exportações.

Entre comentários e alguns deboches sobre as ditaduras no Brasil e na Argentina, fizemos os nossos pedidos.

Em certo momento, o garçom que nos servia aproximou-se e, discretamente simulando uma troca de talheres, nos pediu cuidado em nossos comentários, pois "eles" nos observavam.

Depois daquele aviso sobre o informante, nós aceleramos o jantar e rapidamente voltamos ao hotel. No dia seguinte, sem nenhum problema, nós terminamos as filmagens do comercial no Cerro Catedral. Na volta ao hotel perguntei ao taxista se ele conhecia os cactos da região. Explicamos que era nossa intenção, procurar, fotografar e coletar alguns cactos que cresciam às margens da rodovia.

Depois de uma breve pausa, o argentino, mais sério do que "cachorro de mudança", nos respondeu que conhecia as bolinhas de espinhos, entretanto não era aconselhável parar ali para procurar qualquer coisa. O melhor seria seguirmos diretos para o hotel.

De dentro do carro eu podia ver colônias de cactos (Pyrrhocactus?) ao longo da rodovia, algumas ainda semi cobertas pela neve. Mas para coletar ou fotografar, não fomos permitidos.

Dia seguinte voamos de Bariloche para Porto Alegre, com breve escala em Buenos Aires.


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DECLARAÇÃO DE BARILOCHE PROPÕE AÇÕES PARA PROMOVER CONSERVAÇÃO, INTEGRAÇÃO E MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA PARA OS POVOS LATINO-AMERICANOS

O encontro promoveu um denso levantamento das análises e das decisões as quais foram registradas na "Declaração de Bariloche", documento que levará a mensagem da América Latina para a próxima reunião mundial que deve ocorrer em 2013.
© WWF-Brasil / Denise Cunha
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09 Oct 2007


De 30 de setembro a 06 de outubro de 2007, a cidade de Bariloche, na Argentina, abrigou a segunda edição do Congresso Latino-americano de Parques Nacionais e outras Áreas Protegidas. Mais de 2200 especialistas, entre gestores de parques, representantes de governos, cientistas, ambientalistas e lideranças indígenas estiveram presentes, contribuindo com a construção de conclusões e deliberações em prol de uma região que não só tem o maior conjunto de países megadiversos, como também abriga cerca de 20% do território de áreas protegidas no mundo, as quais prestam serviços de controle climático e conservação da biodiversidade a todo o planeta.

O evento é realizado a cada 10 anos pela União Mundial para a Natureza (IUCN), com o apoio de diversas instituições e organizações, entre elas o WWF-Brasil. Depois de seis dias de intensos debates e acordos, o encontro promoveu um denso levantamento das análises e das decisões as quais foram registradas na "Declaração de Bariloche", documento que levará a mensagem da América Latina para a próxima reunião mundial que deve ocorrer em 2013 e foi anunciado durante a cerimônia de encerramento, no último dia 6.

O registro, que será disponibilizado na página oficial do evento, destaca o envolvimento dos povos indígenas e outras comunidades locais no processo de tomada de decisões. Isso inclui o estabelecimento de uma proposta de construção de um modelo de governança indígena para fortalecer as ações de conservação no território desses povos.

Além disso, a declaração retrata alguns outros pontos relevantes, como: a identificação de lacunas no sistema de áreas protegidas; a necessidade de promover a participação das comunidades locais e assegurar que elas tenham benefícios com as áreas protegidas; a construção de estratégias de proteção para garantir a longevidade da pesca; o reconhecimento da Amazônia como um bioma fenomenal de importância mundial e que, por isso, precisa de um trabalho mundialmente integrado; a menção do reconhecimento da necessidade de estabelecer um programa regional de áreas protegidas para a América Latina e a criação de capacidade institucional, recursos humanos (inclusive guardas florestais), financeiros e legais que permitam gerenciar as áreas protegidas de maneira efetiva.

A questão envolvendo áreas marinhas também teve grande destaque. O atraso e descaso com esses ecossistemas foi reconhecido e esboçou-se a construção de uma política mais integrada, inclusive na região costeira da Amazônia.

O WWF-Brasil teve participação expressiva, especialmente em assuntos relacionados a conservação de ambientes amazônicos, que constitui o rol de prioridades da organização. Clique aqui para saber mais sobre alguns dos simpósios e oficinas em que o WWF-Brasil esteve envolvido.


www.wwf.org.br



BARILOCHE O INVERNO QUE FERVE

As praias do Brasil são, ha muito tempo, motivo confesso de dor de cotovelo para os argentinos. Eles descrevem a paisagem brasileira com admiração escancarada, como jamais ousariam falar de nossa seleção. Mas há o revés da moeda. Nao é de hoje que os brasileiros também revelado uma inegavel invejazinha em relação ao nosso maior vizinho do continente. A razão? Bariloche. Ou San Carlos de Bariloche como insistem por aqui.

Como toda dor de cotovelo, esta também tem seu periodo crítico, mais intenso. Acontece todo ano, durante o inverno. Vem sendo assim ao longo dos ultimos anos, passando de pai para filho, como a paixão pelo futebol. Basta flocos de neve comecarem a cobrir as montanhas e os telhados em estilo suiço de Bariloche. Pronto, lá se vão os brasileiros, loucos por um punhado de flocos brancos. Essa atração tão forte por Bariloche talvez aconteça porque cada vez mais os brasileiros reencontram na cidade a paisagem remota que viu na infancia, estampada nas caixas de lápis de cor e nas embalagens de chocolate. Freud explica. rssss

Invejar uma cidade é a única situacao em que esse sentimento, quase sempre vil, se torna bom. No caso, significa apenas amar o que o lugar tem de radicalmente diferente e querer vivencia-lo por inteiro. Assim fazem os argentinos, que voltam a ser crianças correndo pelas areias de Florianopolis. E assim também fazem os brasileiros em Bariloche, com a neve.

A diversão geralmente começa nos Cerros Otto e Campanário, que envolvem a cidade e vestem-se de branco no inverno. Sao montanhas menores com respectivamente, 1405 e 1050 metros de altura e acabam servindo para quebrar o gelo (hahahaha) antes de encarar os 2140 metros do Cerro Catedral, este sim o principal centro de esqui da região. Tanto no Otto quanto no Campanário, o programa é subir de teleférico. A elevação em si já seria uma alta curtição, mas lá em cima, a diversão aumenta. No Cerro Otto, há um restaurante giratório, que faz a volta completa em cerca de meia hora, permitindo uma vista de 360º enquanto se disfruta de um belo café quente.

As instalações do Cerro Campanário são mais modestas, só que a posição dessa montanha na geografia da cidade é muito mais estratégica. Com uma vista maravilhosa da cidade e do belíssimo lago Nahuel Huapi. Se vier, nao deixe de subir e conferir, mas venha agasalhado, pois a temperatura pode cair a -18 graus como aconteceu comigo hoje e o vento aumenta a sensacão de frio.

Vendo do alto, você perceberá que Bariloche, apesar de uma tradição turistica permanece uma cidade pequena embora muito graciosa. Notará também que ela está encravada entre as montanhas que anunciam a cordilheira dos Andes. O mais impressionante porém é a composicao desses picos com os lagos que se formam ao pé de cada um deles. As montanhas avançam em algum ponto, como se pretendessem dominar o cenário. Um pouco mais adiante, contudo, cedem espaço para o sinuoso recorte de lagos. Essa convivência harmoniosa desenha toda a paisagem.

O que posso afirmar é que estando aqui vendo tudo ao vivo é ainda mais bonito do que os cenários alpinos das caixas de lápis de cor.


neimarbackpacker.blogspot.com



BRASILOCHE

Bariloche - ou seria Brasiloche?


Já faz uns quatro anos que Bariloche se tornou o destino oficial de muitos brasileiros nas férias de julho. Tanto que tem muita gente que chama a cidade de "brasiloche" nesse período do ano. É verdade que Bariloche não tem o charme de outros destinos de inverno na América do Sul, como Porillo, Vale Nevado ou Las Leñas, mas concentra diversão para todas as idades e, muito importante, a preços muito baixos. É cidade para lua-de-mel, para férias em família com as crianças, para férias com os amigos e também - cada vez mais - para viagens de formatura.

A cidade fica em pleno Parque Nahuel Haupi, cujo lago de mesmo nome é cartão postal da região desde 1934, quando o parque foi criado, cercado pela Cordilheira dos Andes. Bariloche se espalha justamente à beira do lado e a região turística fica às margens da rua Mitre, que concentra a maioria dos hotéis, chocolaterias, lojas e restaurantes. O centrinho histórico fica ali ao lado, com a praça de arquitetura européia de mais de 100 anos.

Para quem busca mais sossego, o endereço é a avenida Bustillo, que chega ao imponente hotel Llao Llao, o mais famoso da cidade (se não tiver cacife para se hospedar por lá, pelo menos prove seu maravilhoso chá da tarde servido no jardim de inverno). O Circuito Chico - incluso em todos os pacotes à cidade - faz justamente esse roteiro margeando o rio, num passeio bem contemplativo, para dar um tempo no período de tombos nas aulas de ski.

O Cerro Campanário também costuma estar incluído nos pacotes e a vista lá de cima, acessível por um teleférico de mais de mil metros de altura, compensa. Até a National Geographic já definiu a paisagem acessível lá de cima como uma das melhores vistas do mundo.

O ponto mais esperado de uma viagem à Bariloche é o complexo do Cerro Catedral, onde muita gente esquia pela primeira vez - e adora, diga-se de passagem. É a maior estação de esqui da América do Sul, numa verdadeira cidadela, cheia de hotéis, restaurantes, lojas e escolas de ski. E todo mundo vai pra lá: bebês, crianças, jovens, adultos e idosos, porque há mesmo entretenimento e lugar para todos. Encapotados em seus macacões coloridos alugados, chegam a somar mais de 15 mil num único dia. São vários níveis nas montanhas, dependendo da habilidade e experiência de cada um. A maioria fica nos primeiros, onde a neve é mais fraquinha, e por isso suporta melhor os tombos constantes (e todo mundo cai o tempo todo mesmo, e todo mundo se diverte). Mesmo quem não tem a pretensão de experimentar os skis (duvido!), deve subir: a vista de cima do Cerro Catedral é lindíssima, contemplando toda a região dos lagos. E dá até pra almoçar ou tomar um café nos restaurantes lá do alto.

Para os iniciantes, melhor mesmo é aventurar-se no ski nórdico, de aprendizado muito mais simples e rápido, o que pressupõe também menos quedas (apesar de mais vagaroso e, portanto, menos excitante). Você pode experimentá-lo no Cerro Otto (com sua confeitaria giratória) ou no Refúgio Neumeyer.

À noite, todo mundo vai para a Mittre. Os vinhos, asados e fondues são de primeira e baratíssimos. E também é impossível não voltar para casa cheio de chocolates. Para ir um pouco mais longe do agito, escolha Puerto Pañuelo, de onde você pode fazer um passeio até Puerto Blést, navegando pelo lago Nahuel Huapi entre bosques e montanhas. Ou o Bosque de Arrayanes, de paisagem bucólica lindíssima.


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ENTREVISTA - ESCALADA EM BARILOCHE

Durante o verão de 2006, o escalador caxiense Thiago Balen passou quase 2 meses escalando na região de Bariloche na Argentina. Entre vias tradicionais, esportiva e, 10a à vista, ele realizou a primeira ascensão da via Directa Challenger, um projeto do escalador Catalão Pêre. Esta via tem nada mais nada menos que 35m de pura continuidade e está graduado em algo como um 8c francês!!!

O que tu poderias dizer para o pessoal que nunca foi para Bariloche? É legal, vale a pena, não vale....
Vale a pena pra caramba. Bariloche está com uma estrutura para escalada esportiva alucinante. Bariloche era conhecido até há pouco tempo pelo Frey, pela escalada tradicional e hoje em dia, Bariloche está com um ótimo potencial para escalada esportiva. O Valle Encantado, o Trebol, tem uns setores que não conheci... Mas só o Valle, tanto de um lado do rio quanto do outro, mas principalmente do outro lado do rio é alucinante. Eu nunca fui pra Europa, mas olhando por vídeos e fotos, não perde em nada. Vias grandes de resistência, de continuidade, com bidedos e tridedos.

E a rocha?
É uma rocha vulcânica. Têm poucos regletes e muitos buraquinhos, bidedinhos, tridedinhos e buracos.

Pelo jeito é muito legal lá mesmo. Quantos dias ficaram por lá mesmo?
Dois meses. Conheci Buitrera que fica uns 400km ao sul de Bariloche. É um canyon alucinante com muitas vias. Também subi 15 dias para o Frey. Em termos de esportiva em Bariloche fiquei uns 40 dias.

E as escaladas à vistas como foram?
Foram boas. Percebo que nas viagens sempre os primeiros pegues são relativamente ruins, não fazendo vias de graduação muito alta à vista, daí começa pegar um ritmo e daqui a pouco está fluindo e começa a mandar cada vez mais. Fui bem à vista nesta viagem. Fiquei feliz com o meu à vista. Eu mandei um 9a, dois 9b´s e um 9c e um 10a

E esse 11a (Directa Challenger), não era um projeto?
Era um projeto do Pêre que é um Catalão que está morando na Argentina há um tempo, muito gente fina. Eu já tinha mandando um 10b (BRA) no local e ai tava pensando no que ia tentar e justamente no meu dia de descanso ele chegou e comentou sobre a via. Falou "bueníssima qualidad" que valia a pena tentar que era uma via de continuidade de 35m. Perguntei se tinham tirado as passadas e ele falou que sim. Só que o problema era a continuidade. Stefan Glowacy tinha provado umas duas, três vezes e não tinha encadenado e disse que era um 8b+ (FRA) ou um 8c (FRA). Entrei, curti muito a via justamente porque ela não tem um boulder, não tem um lance crux, ela vai minando, minando, depois da metade começa a fazer a passada difícil, difícil, mas não superdificil e daqui a pouco o braço simplesmente trava e não faz mais nada e cai! E o legal é que cada vez vai caindo um pouquinho acima, cada vez evoluindo mais. Passava aquele lance e caia no próximo e assim foi. A via é impressionante!

Demoraste quanto tempo para tirar a via?
Eu demorei 4 dias (alternados). Cada via dava duas entradas. Foram oito entradas. Mandei na segunda entrada do quarto dia.

Qual foi a sensação quando mandaste a via?
Olha, foi muito diferente de qualquer via que mandei até hoje porque eu descobri que nunca tinha entrado numa via de continuidade, que eu tinha feito vias de resistência. Eu até pensava que era a mesma coisa, mas não é. Porque a via não tem um descanso bom, como tem o Mr Bill, o Massa (Crítitca), a Sombras e a Escuridão (Karma). É uma coisa diferente. Vai indo, indo, indo, o troço vai ficando cada vez pior, vai indo, indo.

Quando encadenei foi impressionante... porque eu fiz da metade para cima..., depois do bolor onde eu caia sempre..., quando eu passei pelo lance (ele se emociona e se perde um pouco na fala) cheguei no "canso" que era um abaulado onde dava pra dar uma respirada, porque sentava bem em cima da perna. Cheguei ai e falei: "eu não posso mais cair", já estava anoitecendo. Dali para cima tinha mais 3 chapeletas (2 pro + a parada). Eu costurei a próxima, daí passei o lance que era difícil onde tinha que acertar o dedão num buraco, passei esse lance e quando cheguei na última costura da via antes da cadena eu cheguei com os cotovelos completamente aberto. Não costurei, porque se eu costurasse, iria cair. Continuei tocando sem costurar... e as 15 passadas antes do final da via fazia daquele jeito assim: uihhh, pegava e o corpo caiiiia e voltava (fala mostrando a cena), ajeitava o posicionamento e ia e uihhhh!!!. Mas assim velho, caindo, caindo, caindo em todas as passadas (no sentido figurado). Impressionante, eu não pensava que era possível de se fazer.

Na raça!
Na raça mesmo. Quando costurei a cadena eu desci com uns 500kg mais leve. Inacreditável, uma sensação muito boa, porque era uma luta. Eu já tava curtindo o fato de estar tentado ela. Era uma batalha mesmo. Foi muito, mas muito sofrida.

Não foi dado.
Não foi. Diferente das outras cadenas que quando mandava saia bem, saia limpo, essa saiu na raça, foi sensacional.

E para o pessoal, o que tu dirias? Recomenda o local?
Eu acho que para o Brasil é um lugar muito perto com qualidade gringa e barato. O real (R$ 1,00) ta valendo 1,30 peso. A gasolina é bem mais barata. Acho que vale a pena ir muito.

Cinco estrela
Cinco estrela, o lugar é impressionante. Eu tenho muitas férias para voltar pra lá, muitas coisas pra fazer. E tem esse Pêre que vive conquistando, então sempre tem projeto novo, vias novas, coisas novas. O Valle mesmo estrá cheio de projetos. Eu acho que tem uns 4 projetos de oitavo grau (FRA)

Agradecimentos..... Eu queria agradecer o Pêre que me motivou a entrar na via. A via era de 35m e a minha corda era de 60m e não chegava ao chão e ele me emprestou a corda de 70m para ficar tentando. Foi "boa onda" pra caramba. Agradeço aos patrocinadores (Solo, Equinox e Big Wall). Ao Pablo Ponteillo que é um local de Bariloche. À galera ai que torceu e ficou feliz com a cadena


pempem.blog.uol.com.br

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